segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Horizon: um computador com o tamanho que você quiser (Baixaki, 09/07/2010)


Design conceito utiliza tecnologias ainda em desenvolvimento para apresentar um novo tipo de desktop com monitor de tamanho variável.

O designer japonês Mac Funamizu já apareceu outras vezes no Baixaki, principalmente em galerias de conceitos tecnológicos. Criador de uma enorme quantidade de conceitos elegantes e de altíssima tecnologia, Mac_Fun – como se chama no ambiente online – traz para o ambiente digital muito do que ele acredita ser a melhor alternativa para gadgets atuais.

O Horizon (horizonte, em inglês ) é a visão de Funamizu para um novo desktop. Praticamente sem cabos, o computador teria como principal diferencial o monitor de tamanho variável. Sim, segundo o designer japonês, a mesma tela de um monitor de 13 polegadas pode facilmente se tornar um “cinema display” de 30 ou 40”!

OLED flexível

Essa é a inspiração principal para o Horizon, segundo seu criador. Ao perceber telas flexíveis como as desenvolvidas pelo Universal Display Corporation, surgiu o conceito de criar um monitor que se adapte à necessidade momentânea.



Afinal, não é sempre que alguém precisa de 30 polegadas ou mais para desempenhar uma tarefa no computador. Naturalmente, quem trabalha com imagens ou múltiplas fontes de entrada de conteúdo, assim como gamers, costuma se beneficiar muito de telas enormes, mas ainda assim, existem momentos em que um espaço mais limitado pode ser vantajoso.

No Horizon, o monitor é composto por duas bases laterais. Em uma dessas hastes, a tela é enrolada em um eixo e, de acordo com a necessidade, pode ser desenrolada ou recolhida apenas afastando ou aproximando as partes do monitor uma da outra.
Wireless


As conexões sem fio já são parte da realidade em termos de mobilidade e comunicação, mas ainda não são exploradas como fonte de suprimento de energia para gadgets. Apesar de a Palm ter lançado o Palm Pre com um carregador por indução, ainda são poucas as empresas que estão aderindo a essa forma de manter a alimentação de equipamentos.

Como é um conceito, é perfeitamente possível que o Horizon utilize indução para manter seu funcionamento, e essa hipótese é reforçada por um dos detalhes do modelo: as portas USB são apoiadas na mesa onde está o PC, e funcionam por transmissão sem fio.

Interação com o usuário

Um computador é tão útil ou bom quanto o seu usuário o faz. Assim, as maneiras pelas quais essa interação acontece podem ajudar ou complicar a eficácia do equipamento.

No caso do Horizon, o designer considerou que – além do teclado – boa parte da entrada de informação aconteceria pelo mouse. Por esse motivo, além de apresentar funções semelhantes às do Magic Mouse da Apple, o apontador do projeto conceitual é um tanto quanto diferente do que se vê no mercado atual.



A grande diferença é o formato quadrado (com bordas arredondadas para evitar acidentes) do acessório. Por ser uma superfície multitouch, com programação de eventos e gestos da mesma forma que o mouse da Apple, os toques em botões e outros comandos no apontador podem ser interpretados em qualquer direção.

Alertas e notificações

A entrada de informação no computador é essencial, porém o retorno de eventos para o usuário também é parte da experiência de utilização.

Todos os principais sistemas operacionais – Windows, Mac OS X e Linux – contam com alguma maneira de alerta e notificação ao usuário. Normalmente, esses dispositivos são apresentados como pequenas janelas em algum dos cantos da tela.



No Horizon, como o tamanho do monitor é variável, Funamizu preferiu utilizar uma outra forma de avisar ao usuário que algo aconteceu. Para isso, na base fixa do monitor existe um pequeno projetor que apresentaria as notificações na mesa em que o computador está. Dessa forma, as notificações não cobrem nada na tela, tornando-as menos invasivas.

Realidade?


Ainda não. Além de ser apenas um conceito, existem dificuldades tecnológicas para a produção do Horizon. O primeiro e principal problema a ser enfrentado é justamente o grande atrativo do computador: o monitor.

Além de as telas OLED flexíveis ainda serem caras e limitadas, o controle da superfície necessário para perceber quanto de tela deve ser ativado a cada momento – já que o enrolar e desenrolar dela é decisão do usuário – ainda está bem longe de ser obtido. Ainda assim, não é impossível que, em alguns anos, algo seguindo essa ideia esteja à venda. É questão de esperar e ver se acontece de fato.

Artigo originalmente publicado no site Baixaki.

Autor: Luciano de Sampaio Soares.
Fonte: Baixaki, 09/07/2010

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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Um notebook sem tela e com design diferente de tudo o que você já viu (Baixaki, 21/06/2010)


Se colocarem este modelo na sua frente, nunca você vai dizer que se trata de um computador.

O designer coreano Won-Seok Lee apresentou um conceito diferente de notebook. O modelo dele simplesmente não tem tela.

Extremamente futurista e arrojado, o segredo do B-Membrane, como foi batizado, é um projetor polarizado capaz de direcionar o display em qualquer superfície.

E quando o computador não está em uso, o projetor ainda funciona com vários efeitos de luzes diferentes.

O formato é extremamente curioso. Alguns afirmam que é inspirado no sistema de som de três caixas da JBL, outros dizem que mais parece o Soundsticks, da Kardon. Outros simplesmente consideram que o protótipo é inspirado em naves espaciais. De onde veio a inspiração, ainda não se sabe ao certo. Dê uma olhada nas imagens e tire suas conclusões.



O teclado é tão surpreendente quanto o projetor. Ele fica na base e só é exibido quando se precisa dele, como uma membrana que aparece e desaparece – daí o nome. O notebook ainda tem leitor ótico embutido.



É difícil encontrar detalhes sobre o B-Membrane pela web. Fato é que não há nenhum tipo de previsão, nem mesmo é possível saber se a fabricação do modelo é viável.

Artigo originalmente publicado no Baixaki.

Autor: Danilo Amoroso
Fonte: Baixaki, 21/06/2010

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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Fundo aposta em software com Inteligência Artificial para e-commerce (Convergência Digital, 03/08/2010)



A DLM Invista Asset Management adquiriu a participação de 20% na sociedade da Chaordic Systems, empresa catarinense que desenvolve softwares de recomendação para aumentar vendas em sites de comércio eletrônico.

Com analistas de mercado experientes na área de tecnologia, a gestora pretende participar de forma ativa no gerenciamento e tomada de decisões. “A empresa investida possui características imprescindíveis para o private equity, como inovação, potencial de crescimento e sofisticação tecnológica”, afirma o sócio-gestor Paulo Caputo.

O processo de negociação, que durou seis meses, só foi possível graças ao reforço da equipe e às ações de expansão no ano passado. O fundo de private equity foi desenvolvido com foco nas empresas de tecnologia empregando a vasta experiência dos sócios Paulo Caputo (ex VP Datasul e Totvs) e Jorge Stephens (ex CEO Datasul).

“Acreditamos que essa parceria com a DLM invista será muito positiva, tanto pelo reforço financeiro que nos possibilitará ampliar o número de funcionários e acelerar o processo de implementação do serviço em sites de vendas, quanto pela experiência dos executivos da gestora, que reforçarão nosso planejamento estratégico e poder de networking”, explica o diretor executivo da Chaordic, João Bernartt.

O programa desenvolvido pela empresa utiliza algoritmos de inteligência artificial para recomendar compras de acordo com o perfil de cada cliente. Fruto de uma pesquisa universitária de mestres e matemáticos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o software utiliza conceitos de sociologia, antropologia e psicologia para fornecer sugestões de utilidade para o consumidor.

O objetivo é fidelizar e individualizar cada consumidor. Em julho a empresa iniciou o serviço para uma grande empresa nacional de e-commerce e, ainda no segundo semestre, lançará um portal de recomendação gratuito que irá facilitar o processo de escolha do consumidor.

Artigo originalmente publicado em Convergência Digital.

Fonte: Convergência Digital, 03/08/2010
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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Novos Eletrônicos: Panasonic na frente com a primeira filmadora 3D doméstica! (Baixaki, 30/07/2010)


O filme Avatar revolucionou os cinemas. Agora é hora de você também revolucionar o mercado 3D com a ajuda do novo lançamento da Panasonic.

Quem acompanhou a CES 2010, a maior feira de tecnologia do mundo, percebeu que um dos assuntos que mais deram o que falar tinha (e muito) a ver com a evolução da imagem 3D. A Panasonic, por exemplo, foi uma das muitas empresas que se focou no assunto em seu painel, mostrando que vai entrar com tudo nesse mercado em expansão.

Entretanto, faltava lançar uma filmadora que pudesse também criar o conteúdo em três dimensões e pudesse, além de divertir o usuário, ainda impulsionar as vendas das televisões de alta qualidade com suporte ao conteúdo visual diferenciado.

Faça seu próprio filme 3D

Na própria CES 2010, a Panasonic havia comentado sobre o lançamento de uma filmadora com suporte ao conteúdo em três dimensões. Entretanto, apenas nas últimas semanas os rumores circularam com maior intensidade, deixando quem sonha em ser um James Cameron da vida muito mais palpável.



Eis que a espera terminou: no último dia 28 a empresa, já forte no ramo de televisores e câmeras fotográficas 3D, lançou a filmadora doméstica com suporte à tecnologia tridimensional. Assim, deve-se popularizar a tecnologia, de forma a criar mais conteúdo no formato e alavancar as vendas de outros produtos para o público que se apaixonou por Avatar e lotou as salas de cinema no início do ano.

O modelo HDC-SDT750 não deixa de ser uma filmadora comum, que captura imagens no formato normal, porém em alta definição (1080p). O que faz com que ela suporte o novo formato são as lentes conversoras (VW-CLT1) que automaticamente criam o efeito de sobreposição de imagens (que é a base da tecnologia 3D) em formato AVCHD.

Exatamente por capturar duas imagens e sobrepô-las para a criação do efeito de profundidade, a resolução para a gravação 3D cai pela metade (960x1080 pixels). Entretanto, nada que deixe o usuário menos impressionado com a alta qualidade de imagem que se projeta.



Para assistir o resultado, você também deve possuir uma televisão 3D, uma vez que a televisão “compensa” as imagens lado a lado e ocupam a tela toda, trazendo a sensação de profundidade necessária para que os óculos transformem tudo nas diferenciadas imagens tridimensionais.

De acordo com a Panasonic, outra vantagem das filmadoras do modelo HDC-SDT750 é a compatibilidade. Você será capaz de assistir os vídeos feitos por essa belezinha também em aparelhos de outras marcas, como Sony e Samsung, que também chegam forte no mercado de televisores com suporte a 3D.

Quando e quanto

A filmadora 3D possui previsão de chegada ao mercado japonês a partir do dia 20 de agosto em dois modelos diferentes. Para outros países, a chegada de apenas um dos modelos é prevista para o mês de outubro em diante.



Para os Estados Unidos, a câmera 3D deve chegar pela “pechincha” de US$ 1.400, enquanto no Japão, o preço pode ser até mais salgado, beirando os US$ 2.000. Essa diferença de preço se deve ao fato de que as lentes serão vendidas como um opcional no Japão, enquanto em outras localidades virão em conjunto com a filmadora.

Enquanto isso, monte os roteiros para seus próximos filmes 3D de sucesso, no melhor estilo “monstros azuis de três metros de altura”. Aproveite também para economizar bastante dinheiro para adquirir a filmadora, porque ela deve chegar ao Brasil com preço salgado.

Artigo originalmente publicado no site Baixaki.

Autor: Beatriz Portella Smaal.
Fonte: Baixaki, 30/07/2010.

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A Forma Simples de Reduzir as Dívidas (Como Poupar Dinheiro, 27/07/2010)



Você sabe o que é sentar-se na mesa com uma pilha de contas com 6 centímetros de espessura. Cada cêntimo do seu salário desaparece antes de chegar à sua conta bancária.
Embora a ideia de viver livre da dívida soe fantástico, você pode não saber como chegar lá, ou mesmo se é possível. A boa notícia é que uma vida sem dívida é absolutamente possível para qualquer um, é só ter alguma dedicação e paciência. A chave para a vida livre da dívida encontra-se na disciplina financeira.
Se você tem muita dívida, isso significa que gasta muito dinheiro. Isso é tudo que existe realmente, você pode pôr a culpa num monte de coisas, e muitas vezes há situações, como doenças que surgem, que estão completamente fora do seu controlo. Mas a maioria das pessoas estão profundamente endividados, porque estão a gastar dinheiro que não lhes pertence, em coisas que não querem esperar para ter.
Em poucos anos, a maior parte das coisas que você comprou já está no lixo, mas a dívida ainda está lá. Não só isso, porque vai ficando cada vez maior, devido aos juros.
A boa notícia é que existe uma solução muito simples para sair da dívida. Viver livre de dívida significa seguir algumas regras muito simples durante o tempo que for preciso para saldar a sua dívida.
O primeiro passo é lançar seus cartões de crédito no liquidificador. Cortá-los, queimá-los, deixar os cães mastigarem-nos, mandá-los para o lixo, ou dá-los a qualquer pessoa para se certificar de que você nunca mais os vai usar novamente.
A única maneira de sair da dívida é começar por nunca entrar em mais nenhuma dívida.
O próximo passo é começar a redução do seu orçamento. A fim de saldar a sua dívida você vai ter que libertar algum dinheiro extra a partir do seu salário para pagar as dívidas que já tem.
As duas únicas maneiras de fazer isso são aumentar o seu rendimento e reduzir os seus gastos para que haja mais dinheiro disponível para pagar as dívidas. A combinação das duas vai funcionar melhor, claro, só depende de quão rápido se quer ser livre da dívida.
Uma vez que você parou de aumentar as despesas, e começou a pagar as suas dívidas actuais, a única coisa que resta é a disciplina da paciência. Você precisa fazer um compromisso com a vida livre de dívida ou nunca vai conseguir fazer isso.
Vai demorar alguns anos mas depois será capaz de manter muito mais tempo o dinheiro que você ganha em sua posse.

Artigo originalmente públicado no site Como Poupar Dinheiro.

Fonte: Como Poupar Dinheoro, 27/07/2010.
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