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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Diferencial competitivo no e-commerce (Artigos e-commerce, 16/01/2011)

Qual o diferencial competitivo do seu e-commerce?


Como estabelecer um diferencial competitivo no e-commerce. O comércio eletrônico necessita de um diferencial competitivo para se destacarO importante em um mercado tão disputado como o e-commerce é ter umdiferencial competitivo que faça com que os usuários efetuem compras na sua loja virtual e não na do concorrente, mas isso nem sempre está claro para o empreendedor digital. Você faz alguma idéia do motivo que faz uma pessoa comprar em sua loja virtual ao invés de fazer a mesma compra na loja concorrente?

De nada adianta a sua loja ter a melhor plataforma de e-commerce possível, técnicas de SEOavançadas e um marketing digital impecável se nada a diferencia de seus concorrentes. Por que os compradores dariam preferência ao seu e-commerce se você não tem nada de diferente para oferecer? Ter um produto de qualidade não é o suficiente para que as pessoas prefiram a sua loja, você deve de alguma forma criar um diferencial competitivo para poder se destacar no segmento e não ser “apenas mais uma loja”.

Como criar um diferencial competitivo para o seu e-commerce

Criar uma vantagem competitiva não é tão difícil assim, mas certamente exige uma análise profunda da sua concorrência e adequação de métodos em sua loja virtual. Sun Tsu, em A Arte da Guerra diz que você deve atacar o inimigo exatamente em seu ponto fraco. No ambiente competitivo da Web não é diferente. Um a boa forma de criar um diferencial competitivo em relação a sua concorrência é identificar os pontos fracos dos concorrentes e estabelecer um fator de diferenciação justamente nesse ponto.

Os principais erros de uma loja virtual se concentram basicamente nas formas de pagamento e questões de entrega. Por isso, fica relativamente fácil determinar alguns pontos que podem lhe oferecer um diferencial competitivo que coloque o seu e-commerce em um patamar superior de relacionamento com os clientes.

Diversidade de formas de pagamento – Muitas vezes as vendas em uma loja virtual não se concretizam simplesmente porque o cliente não encontra uma determinada forma de pagamento. Essa é a razão para muitos dos casos de carrinho abandonado em lojas virtuais. Por isso, tente colocar o máximo de opções de pagamento disponíveis em sua loja.

Preços mais competitivos – Compras on-line significam comparação de preços. Com os sites de busca e comparação de preços disponíveis no mercado atual, ser competitivo é essencial. Se você tem condições de conseguir um preço melhor com seus fornecedores, faça disso uma arma para criar o seu diferencial competitivo na web. Grite para os seu cliente o quanto o seu preço é melhor que o dos seus concorrentes através de sites de comparação, otimização de suas páginas de produtos e links patrocinados e as vendas ocorrerão.

Política de frete grátis – O frete é o maior responsável pela síndrome do carrinho abandonado. De nada adianta ter um bom preço no produto se o seu frete é mais caro do que o do seu concorrente. Pense seriamente em uma política de frete grátis para algumas regiões em que você tenha uma vantagem comparativa e domine este mercado.

Política de pós venda – Trace uma boa política de pós-venda com espaços em seu e-commercepara que seus clientes expressem suas opiniões. Obtenha um feedback sobre a experiência de compra de seus clientes. Faça-os se sentirem prestigiados e percebam que a sua loja se preocupa com a satisfação deles. Faça de tudo para fidelizar seus clientes, pois o retorno em termos de divulgação boca-a-boca será uma de suas principais ferramentas de marketing.

Vantagem competitiva como fator de diferenciação

A criação de um diferencial competitivo em seu comércio eletrônico pode funcionar também como excelente ferramenta de marketing uma vez que as pessoas tendem a comentar as lojas que se destacam em algum detalhe como por exemplo a facilidade de se efetuar a compra ou um ótimo trabalho de pós venda. São nestes pequenos detalhes que surge o boca-a-boca que promove sua empresa no mundo virtual, principalmente na era das redes sociais, onde todos compartilham sua experiências.

A criação de um diferencial competitivo é cada vez mais importante para o sucesso de uma loja virtual. Em nosso curso sobre criação de lojas virtuais enfatizamos este aspecto do e-commercejustamente por acreditarmos que essa é uma característica que diferencia dos projetos de e-commerce de sucesso do resto.

Artigo originalmente publicado em artigosecommerce.com.br
Fonte: Artigo e-commerce, 16/01/2011.
Autor: Josiane Osorio.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A Compra Coletiva e o Consumidor (E-Commerce.org, 07/02/2011)


Viramos o ano, mas o assunto compra coletiva continua na berlinda com muita gente querendo entrar no setor e muita gente com dúvidas. Vamos continuar abordando esse assunto sobre diferentes ângulos, desta vez, considerando o consumidor que é a peça mais importante do sistema de compra coletiva.


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Perfil do consumidor no sistema de compra coletiva

Dados do Instituto Ibope-Nielsen indicam que no mês de setembro cerca de 5,6 milhões de Internautas visitaram pelo menos um site de compra coletiva. Isso significa algo próximo a 10% dos usuários ativos da Internet , percentual expressivo para um segmento tão novo. Segundo a pesquisa, o público desses sites é predominantemente masculino (53,8%) e a faixa etária de maior concentração é entre 25 a 34 anos (38,3%). Esses dados divergem dos dados de clientes de sites de compra coletiva apresentados nos Estados Unidos onde a maioria absoluta é do sexo feminino e a faixa etária predominante é de jovens de 18 a 34 anos. Por outro lado, são compatíveis com o perfil do consumidor on-line brasileiro, de faixa etária próxima a detectada pela pesquisa e que até há pouco tempo era também majoritariamente masculino.

O que motiva a compra coletiva

A compra coletiva é uma típica compra por impulso. Compra por impulso refere-se à aquisição de algo cuja ausência não faria nenhuma falta ao consumidor e geralmente esta associada a produtos de menor valor ou produtos de oportunidade. O modelo de compra coletiva junta um produto atrativo com um desconto expressivo e uma oportunidade com prazo certo para se extinguir. Tem-se assim a receita para uma venda bem-sucedida. Esse fato não deve nos levar a conclusão que o consumidor de ofertas seja um consumidor descuidado, muito pelo contrário. Em geral, além de possuir uma boa formação trata-se de um consumidor crítico que sabe avaliar as boas ofertas e saberá questionar e procurar alternativas quando não estiver satisfeito.

Dicas para o consumidor de compra coletiva

  • A primeira dica é não se precipitar em sair comprando tudo o que aparece na caixa postal eletrônica. Todas as ofertas têm um forte apelo de urgência e elas são criadas para serem assim, mas existem excelentes ofertas, boas ofertas e simplesmente... ofertas. A chave é não se impressionar somente com valor do desconto ou outro aspecto isolado, mas se perguntar se aquele produto interessa de fato e, caso a resposta seja positiva, seguir em frente com as compra.
  • Ao adquirir um produto de um site de compra coletiva pela primeira vez, verifique o grau de confiabilidade do site considerando parâmetros como a existência de opções de pagamento; a existência de certificação digital das páginas de entrada de dados, bem como o visual e texto do site.
  • Em todas as compras, visite o site do comerciante, verifique pelas fotos se o ambiente lhe agrada e caso tenha duvidas sobre a oferta se informe pelo telefone ou email que devem estar disponibilizados no site. Eventualmente, se for possível, você pode se deslocar até o local para um reconhecimento antes de bater o martelo.
  • Leia com atenção as condições da oferta publicadas no site de compra coletiva. Às vezes, um pequeno detalhe pode levar uma oferta atrativa a tornar-se desinteressante. Verifique itens importantes como: validade do cupom; características do produto/serviço adquirido; locais e datas onde o produto poderá ser consumido; necessidade de reserva, entre outras informações relevantes.
  • Confirme o valor real do produto adquirido. Um desconto de 50% pode não ser tão interessante se você descobrir que o valor utilizado para o cálculo do desconto é muito acima do que o praticado no mercado. Normalmente isso é fácil de verificar pela Internet. O sistema de compra coletiva é uma ótima novidade para o consumidor e para o comércio em geral, mas fique atento para escolher somente aquelas ofertas que sejam realmente vantajosas


Artigo originalmente publicado em E-commerce.org

Autor: Dailton Felipini
Fonte: E-Commerce.org, 07/02/2011.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Novos modelos de negócios aquecem o varejo eletrônico (Curso de E-commerce, 18/01/2011)

Novos modelos de negócios agitam o comércio eletrônicoUma nova era de comércio eletrônico (e-commerce) já pode ser comemorada, com crescimento acima do esperado pelas lojas virtuais, que seguem a tendência de ousar com novos modelos de negócios.

O Amazon.com, o maior site de e-commerce do mundo, com faturamento de US$ 24,5 bilhões em 2009, segundo dados do Internet Retailer, faz escola porque aposta em atendimento para manter a primeira colocação no ranking mundial. De carona nessa “aba”, tanto as maiores redes de varejo como micro e pequenos empresários do segmento miram em fazer crescer o número de e-consumidores, hoje menos de 18 milhões no Brasil, e alcançar receita em patamares mais elevados.

O Walmart.com, por exemplo, recentemente anunciou a promoção do diretor de operações nos EUA, Eduardo Castro-Wright, para o comando da Global.com, o braço mundial de comércio on-line da empresa, com a missão de estabelecer uma grande operação de comércio eletrônico e multicanal, aproveitando os recursos globais da empresa. Caso tenha como meta de crescimento desbancar a Amazon, a tarefa será árdua, já que o Walmart gerou US$ 3,5 bilhões em vendas on-line no ano passado, o que coloca o site como a sexta maior loja virtual do mundo, segundo o índice Internet Retailer Top 500.


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Modelo de negócio importado

Mas nem só as grandes e conhecidas lojas virtuais fazem tendência. Empresários brasileiros têm buscado fora do País modelos inusitados de negócios, oferecendo diferentes produtos e serviços. Guilherme Pizzini, diretor comercial do site www.olhonoclick.com.br, trouxe há menos de dois anos um formato de negócio que até 2008 ainda não existia no Brasil: leilão virtual de produtos novos, principalmente eletrônicos, onde o cliente compra créditos para os lances, que começam sempre pelo inicial, de 1 centavo de real. Pensando no crescimento do setor, Pizzini, não buscou só o diferencial, mas expertise, e desde o início do site no ar, firmou parceria com o MagazineLuiza.com. Com mais de 330 mil clientes cadastrados, o site passou do faturamento de R$ 2 milhões no ano passado, para R$ 5 milhões este ano, alcançado só neste primeiro semestre.

Com um “produto” diferenciado no mercado, há cerca de cinco anos, quando o sitewww.omelhordavida.com.br entrou no ar oferecendo mais de 2.500 experiências inusitadas aos consumidores, Jorge Nahas, diretor-geral do site, sabia que não seria fácil vender voo de balão ou de helicóptero como passeio alternativo, mas arriscou. E deu certo. Neste último semestre, a empresa já cresceu 45%, comparado aos 30% de 2009. “As pessoas querem emoções que as tirem da realidade. Acertamos no nicho e somos referência no mercado, também pela audácia de investimento”, disse Nahas. O setor, apontado como um dos mais promissores, com projeção de faturar este ano mais de R$ 13,9 bilhões, segue aquecido também por conta de datas comemorativas, como o Dia dos Pais, que, segundo o e-bit, deve movimentar R$ 590 milhões da economia brasileira só pelo comércio eletrônico. Isso representa um fluxo de 35% a 40% maior, comparado ao mesmo período em 2009, quando a data gerou R$ 437 milhões.


Texto Originalmente publicado em cursodeecomerce.com.br


Fonte: Curso de E-commerce, 18/01/2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mercosul Digital começa a treinar empresas para e-commerce em outubro (O Globo, 18/01/2011)

SÃO PAULO - Em outubro deste ano, os países que integram o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) passam a contar com uma rede de capacitação online para aprimorar o comércio eletrônico entre as empresas do bloco e junto à União Europeia.



Na avaliação do representante da União Europeia e responsável pelo projeto, Manuel Fernández Quilez, o Mercosul Digital é ferramenta "para reduzir o fosso tecnológico entre os países do Mercosul e a União Europeia (UE)".




Segundo Quilez, o projeto iniciado no começo de 2009, compreende, por ora, um investimento de 7 milhões de euros da UE, que pode receber novas contribuições de acordo com os resultados do projeto.

Os 2,6 milhões de euros restantes envolvem contribuições de alguns membros do Mercosul, especialmente o Brasil, "para apoiar outros membros do bloco a reduzir a disparidade tecnológica atual", afirma o representante da comunidade europeia.

Comércio integrado

A capacitação online, prevista por três anos, será destinada a três diferentes públicos: especialistas em infraestrutura tecnológica, profissionais de gestão de comércio eletrônico e empresas, explica Lazarte.

O projeto deve beneficiar mais de 5.500 empresas nos quatro países do bloco, segundo estimativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) - uma das entidades que dão suporte ao Mercosul Digital.

"O treinamento está aberto a empresas de todos os portes, mas há uma ênfase na capacitação de micro, pequenas e médias empresas para o comércio eletrônico fronteiriço no Mercosul e do bloco com a União Europeia", afirma o diretor-executivo da camara-e.net e coordenador da iniciativa na área de e-commerce, Gerson Rolim.

Para promover o comércio eletrônico integrado no bloco, o projeto também prevê eliminar as diferenças digitais entre os países do Mercosul, nas áreas de infraestrutura de rede e certificação digital, sob a gestão da Rede Nacional de Pesquisa (RNP), informa Lazarte. "O interesse da União Europeia é diversificar e facilitar interações comerciais com o Mercosul. E ter uma infraestrutura de comércio eletrônico bem acertada é um benefício", observa o coordenador do projeto.

Artigo originalmente publicado no site oglobo.globo.com

Autor: Daniela Braun | Valor.
Fonte: O Globo, 18/01/2011.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Falta de preparo leva lojas virtuais ao fracasso (Cursodeecommerce, 22/11/2010)


A falta de planejamento é o principal obstáculo para o sucesso no e-commerceO empresário brasileiro ainda não está acostumado a planejar. E isso no mundo virtual tem se revelado um erro crucial, especialmente para as micro e pequenas empresas. Dados de entidades que acompanham o setor revelam que cerca de 60% das lojas abertas na internet não duram mais do que 12 meses.


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Isso acontece, principalmente, porque os microempresários lançam as suas operações virtuais sem conhecer as peculiaridades desse segmento e sem uma estratégia que atenda às expectativas desse perfil de cliente. “É um padrão de comportamento similar ao do mundo real. As empresas de menor porte entram despreparadas no mercado eletrônico e acabam sucumbindo”, lamenta Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, empresa de informações de comércio eletrônico.

Estima-se que existam pelo menos 60 mil micro e pequenas no e-commerce brasileiro, sendo 5 mil formalmente estabelecidas. Elas faturam R$ 2 bilhões, do total de R$ 10,8 bilhões movimentados no ano passado. A briga é contra gigantes. Há uma concentração dos grandes grupos no País na web, com 50 empresas abocanhando 90% do faturamento geral.

“Quando abre uma loja no seu bairro, o empresário pelo menos tem alguma noção do que as pessoas esperam. Já na internet é tudo maior e qualquer estratégia errada de preço ou posicionamento pode ser fatal”, observa o diretor-executivo da Câmara e-net, Gerson Rolim.

Além disso, dependendo do perfil da operação convencional que possui, o microempresário não está acostumado a se preocupar com questões como marketing, logística confiável e formas de pagamento, estratégias que não podem faltar no mundo online. Se uma loja virtual não oferece, por exemplo, a opção de pagamento através do cartão de crédito, perde praticamente 80% dos consumidores, já que esta é a modalidade mais usada pelos usuários.

Antes de começar uma operação online, é preciso montar um plano de negócios. A partir desse estudo, o gestor vai investigar e entender previamente o mercado no qual vai atuar, onde encontrará o seu público, o produto que irá vender e os investimentos necessários. “Comércio eletrônico não é videogame. É uma iniciativa empresarial que exige investimentos e muita atenção”, alerta oconsultor em e-commerce do Curso de E-Commerce, Alberto Valle, acrescentando que uma loja virtual não se vende e não se administra sozinha.

Uma loja virtual de pequeno porte pode ser montada com investimentos a partir de R$ 10 mil, o que atende às necessidades iniciais de tecnologia, com a escolha de uma plataforma para a venda de produtos e ações iniciais de divulgação.

Já quando o assunto é o posicionamento de mercado, uma dica é tentar fugir dos nichos atendidos pelos gigantes do e-commerce brasileiro, como Submarino, Lojas Americanas e Casas Bahia. Segundo Alberto Valle, “É importante escolher um nicho. Se a idéia é vender livros, então se especialize em livros esotéricos ou de fotografia”, exemplifica. Isso é importante porque as lojas de menor porte não conseguem competir com as grandes no frete oferecido.

Principais erros cometidos

1 – Falta de planejamento: Muitos empreendedores subestimam a complexidade do comércio eletrônico. Isso se reflete em um aumento de custos operacionais com redução de margens de lucro e consequente perda de competitividade.

2 – Falta de foco: É muito comum abrir uma loja virtual para vender de tudo. Isso não funciona para o pequeno e médio empresário. A tendência do mercado virtual é cada vez mais se concentrar em nichos de mercado e conseguir excelência nesses segmentos. A competição com as grandes redes é inviável.

3 – Improviso na modelagem do negócio: Ótimos projetos de e-commerce podem fracassar em função da escolha errada da plataforma. Outro erro é optar por uma solução improvisada de serviço de otimização para ferramentas de busca.

4 – Mão de obra não qualificada: Gerenciar uma loja virtual requer mais que conhecimento sobre navegação na internet. O gerenciamento e a manutenção de uma loja virtual exigem conhecimento em diversas áreas como marketing digital, otimização para ferramentas de busca e monitoramento de tráfego.

5 – Divulgação ineficiente: Boa colocação em ferramentas de busca, anúncios em sites de comparação de preços e presença atuante nas redes sociais são hoje em dia instrumentos decisivos para o sucesso de um negócio virtual.

6 – Fraudes nos pagamentos online: Uma boa estrutura nas formas de pagamento online, principalmente no caso de cartões de crédito, é indispensável para qualquer lojista virtual.

7 – Falta de monitoramento: Toda loja virtual precisa ter seus dados constantemente monitorados para que a administração possa saber o que realmente está acontecendo no negócio.

Fonte original: Jornal do Comércio de Porto Alegre


Artigo originalmente publicado no site cursodeecommerce.

Fonte: Cursodeecommerce, 22/11/2010

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

As oportunidades do empreendedorismo online (Ecommercenews, 17/01/2011)

No Brasil, o empreendedor online teve que superar vários obstáculos que iam desde o medo do consumidor brasileiro em relação a compras pela Internet passando por problemas de infra estrutura da própria rede de computadores no país. O receio quanto às compras online parece superado de acordo com os dados dos últimos anos. O consumidor compra cada vez mais pela Internet que vem registrando um ticket médio de R$ 380,00 nas compras efetuadas nas últimas grandes datas como o Dia da Criança. Quanto a infra estrutura brasileira no que diz respeito a web, o país conquistou vários avanços como a disseminação da banda larga e a inclusão digital de camadas da população que estavam alijadas do crescimento da economia online. Todos estes fatores só vem a contribuir para o empreendedorismo online como opção para novos empresários.



Os novos modelos de negócio

A transformação não para e este ano, os sites de compras coletivas deram uma mostra de como novos modelos de negócio podem contagiar de forma avassaladora toda a Internet, provocando uma verdadeira “corrida do ouro” entre pequenos e médios empresários. As oportunidades de negócios estão surgindo a todo momento na Internet brasileira e a criatividade dos empreendedores tem sido colocada a prova a medida que é necessário se adaptar de forma bastante rápida aos novos cenários. O caso do SaveMe, agregador de ofertas de sites de compras coletivas foi um exemplo este ano. O empreendedorismo online ganha a cada momento toque cada vez mais desafiadores, o que tem deixado o mercado cada vez mais excitante.

Visão de futuro e capacitação

O empreendedor digital não pode ter uma visão estática do cenário web. Precisa estar corrigindo a cada momento o rumo de suas ações de forma a se posicionar diante das novas perspectivas. As redes sociais foram um belo exemplo disso, quem não percebeu a intensidade do movimento ficou para trás e agora precisa correr para não ser ultrapassado pela concorrência. ter uma visão ampla do cenário nunca foi tão importante. Em 2011 o mercado deve apresentar novas mudanças de rumos e tendências, principalmente no que diz respeito a Internet móvel, que deverá ganhar cada vez mais espaço entre os consumidores das classes A e B. O monitoramento dessas mudanças terá como resultado a visão ne novas oportunidades de negócios que até o momento ainda não estão bem delineadas.

A capacitação do empresário que deseja investir no mundo online também é uma outra preocupação que se deve ter em mente. O mercado está cada vez mais qualificado e em algumas áreas faltam profissionais gabaritados. Na área de treinamentos o Curso de E-Commerce vem facilitando bastante o empreendedor online que deseja entender as diversas nuances deste segmento. Com uma linha completa de cursoscomércio eletrônico e marketing digital, capacitamos centenas de empresários e colaboradores para darem início a suas atividades ou aprimorarem seu potencial. nas áreas do

A hora do empreendedorismo online

O empreendedorismo online nunca esteve em momento melhor do que o atual e é este o momento para ingressar em um mercado que apresenta taxas de crescimento bem acima da média da economia. O e-commerce surge como porta natural de entrada, mas muitas outras áreas oferecem oportunidades muito interessantes de investimento. Portanto, prepare seu arsenal criativo e fique atento às oportunidades que estão surgindo no mundo digital.

Artigo originalmente publicado no site ecommercenews.

Autor: Alberto Valle
Fonte: Ecommercenews, 17/01/2011