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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Porque meu marketing não dá certo? (Administradores, 26/01/2011)

Muitos não dão certo em um negócio de marketing na internet, com Marketing de Rede ou Marketing Multi nível? Alguém entra em uma pagina que tem um sistema de MMN e um produto digital, acaba comprando e espera receber uma chuva de pagamentos em sua conta bancária, e acaba se frustando porque isso não.


PORQUE MEU MARKETING NÃO DÁ CERTO?

  • A DESISTÊNCIA


  1. Muitos não dão certo em um negócio de marketing na internet, com Marketing de Rede ou Marketing Multinível? Alguém entra em uma pagina que tem um sistema de MMN e um produto digital, acaba comprando e espera receber uma chuva de pagamentos em sua conta bancária, e acaba se frustando porque isso não acontece, o sistema é ruim então? NÃO! Tudo que você oferece com um bom planejamento de Marketing acaba por acontecer cedo ou tarde e se tornando real e concreto, mas não pense que será fácil, é um caminho cansativo e trabalhoso no começo, pois existem como estou mostrando desde o começo do nosso livro, diversas técnicas de campanha de marketing que necessitam serem aplicadas ao seu negócio, e são elas a médio e longo prazo, porque se trata de campanhas gratuitas, leva um tempo para que elas comecem a lhe dar retorno.

  2. A pessoa que entra em um sistema MMN, na maioria das vezes não sabe nem do que se trata, aposta apenas na propaganda tipo, ganhe tanto por mês trabalhando no conforto de seu lar, e acha que já irá ganhar a soma proposta pelo sistema, sem fazer praticamente nada, apenas divulga seu link de afiliado para alguns amigos e contatos, e já imagina receber no primeiro mês a chuva de dinheiro, NÃO É BEM ASSIM! Se esse for seu pensamento, a frustação será seu primeiro retorno. Tem que trabalhar e muito, não se chega a lugar nenhum sem trabalho constante, precisa divulgar, em rede sociais uma propaganda convincente, como faça um curso grátis para começar, publicar artigos em diversos sites, blogs, ezines, criar e publicar vídeos, e fazer isso constantemente, pelo menos um deles a uma vez ao dia durante 6 a um ano, o retorno poderá vir logo no primeiro mês, ou no terceiro, ou no sexto, mas quando vier, ele não parará mais, e será continuo e para toda a sua existência na internet, e assim que os vencedores da net se comportam, eles trabalham dura a cada dia, sem esperar o retorno rápido e sem desistir, o sucesso virá eu tenho certeza quanto a isso, minha experiência tem me mostrado isso. NUNCA DESANIME, TRABALHE SEMPRE!

  3. Então se não houver emprenho em divulgação, não haverá retorno de seu negócio e a desistência será o seu próximo passo, dai você ira criar uma mentalidade de que ganhar dinheiro na internet é impossível e o MMN é algo que só dá dinheiro para quem o cria.

  • ESTRUTURA DE DECISÃO

Para que você não saia de uma estrutura de decisão dentro de um sistema de afiliados ao qual você participa ou desenvolveu, é necessário todos os procedimento de Marketing de atração e viral, e mesmo se mantendo dentro de uma estrutura, você ainda tem que apontar para o retorno do “true” ou seja o verdadeiro, porque existem duas condições dentro de uma estrutura “true” verdadeiro e “false” falso, com certeza você não vai querer cair na segunda, mas se ficar uma hora verdadeiro e outra hora falso, ainda você estará dentro da estrutura e isso é que importa, porque você poderá tomar decisão a cada situação.

Um exemplo é que se com toda a sua publicidade e passos seguidos, a sua estrutura ainda assim estiver retornando “falso”, tome uma estratégia de mudança para que o gráfico do seu negócio não aponte para baixo, mantenha a estratégia de divulgação corriqueira, mas apele para outras técnicas de retorno rápido, como anúncios no Google de forma paga, claro que nesse ponto, você já terá um retorno financeiro para investir em seu negócio e fazer com que cresça , fazendo as mudanças necessárias a cada estagio do seu negócio, acabará por entrar em um estrutura de looping, ficando em um laço continuo, apontando os seus gráficos para cima e mantendo assim.



Resumindo tudo, se mantiver a divulgação de seu link, site ou blog, procedendo diariamente o desenvolvimento e divulgação de seus materiais de campanha de marketing, o retorno será certeiro, e depois, poderá reduzir a carga horaria de dedicação ao seu negócio, antes disso nunca, trabalhe muito na divulgação, não visando o retorno rápido mas sim o retorno continuo de seu negócio.

Os passos ensinado no Livro GDI Os Segredo Revelado

com certeza ajudará a alavancar suas vendas, pois foi escrito com

base em sucessos e desistências, mostrando as técnicas necessárias

a aplicação do marketing, para gerar um retorno fixo. Um livro encontrado no site da Vangie 3D ou Rede Amigos Unidos e seus afiliados.

  • Subdomínios

Uma dica interessante é que se tiver seu domínio ( www.seudominido.com) com seu host próprio, e poder criar subdomínios com o mesmo conteúdo que seu domínio, os motores de busca o interpretam como sendo um site diferente e lista seu link, dessa forma quanto mais subdomínio tiver, muito mais listagem pelos buscadores você alcançará. Procure usar nomes diferenciados a cada subdomínio.

Os subdomínios gratuitos não tem o mesmo efeito, então não recomendo.

  • EZINES

Você poderá criar um ezine, ( uma mini revista, uma ou mais paginas ) que aborde assuntos interessantes, e disponibilizar isso na internet, com seu link adicionando ao ezine, basta procurar por sites de ezines, e você logo entenderá o que estou dizendo, é como o seu relatório artigo, procure abordar não somente o assunto em pauta “Ganhar Dinheiro”, mas outros, porque o gosto das pessoas são diversificados, mas que no final todos acabam indo para o seu site e conhecendo seu produtos, publicar anuncio em site de compra e venda, é perca de tempo, porque logo o anuncio esgota o tempo e sai do ar, além do pequeno fluxo de visitas, acaba somente acarretando trabalho desnecessário, siga os passos aqui colocados e será tudo o que precisa para construir um negócio lucrativo, aproveite o curso gratuito disponibilizado pela Vangie 3D.


Texto originalmente publicado em www.administradores.com.br

Fonte: Administradores, 26/01/2011.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Novos modelos de negócios aquecem o varejo eletrônico (Curso de E-commerce, 18/01/2011)

Novos modelos de negócios agitam o comércio eletrônicoUma nova era de comércio eletrônico (e-commerce) já pode ser comemorada, com crescimento acima do esperado pelas lojas virtuais, que seguem a tendência de ousar com novos modelos de negócios.

O Amazon.com, o maior site de e-commerce do mundo, com faturamento de US$ 24,5 bilhões em 2009, segundo dados do Internet Retailer, faz escola porque aposta em atendimento para manter a primeira colocação no ranking mundial. De carona nessa “aba”, tanto as maiores redes de varejo como micro e pequenos empresários do segmento miram em fazer crescer o número de e-consumidores, hoje menos de 18 milhões no Brasil, e alcançar receita em patamares mais elevados.

O Walmart.com, por exemplo, recentemente anunciou a promoção do diretor de operações nos EUA, Eduardo Castro-Wright, para o comando da Global.com, o braço mundial de comércio on-line da empresa, com a missão de estabelecer uma grande operação de comércio eletrônico e multicanal, aproveitando os recursos globais da empresa. Caso tenha como meta de crescimento desbancar a Amazon, a tarefa será árdua, já que o Walmart gerou US$ 3,5 bilhões em vendas on-line no ano passado, o que coloca o site como a sexta maior loja virtual do mundo, segundo o índice Internet Retailer Top 500.


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Modelo de negócio importado

Mas nem só as grandes e conhecidas lojas virtuais fazem tendência. Empresários brasileiros têm buscado fora do País modelos inusitados de negócios, oferecendo diferentes produtos e serviços. Guilherme Pizzini, diretor comercial do site www.olhonoclick.com.br, trouxe há menos de dois anos um formato de negócio que até 2008 ainda não existia no Brasil: leilão virtual de produtos novos, principalmente eletrônicos, onde o cliente compra créditos para os lances, que começam sempre pelo inicial, de 1 centavo de real. Pensando no crescimento do setor, Pizzini, não buscou só o diferencial, mas expertise, e desde o início do site no ar, firmou parceria com o MagazineLuiza.com. Com mais de 330 mil clientes cadastrados, o site passou do faturamento de R$ 2 milhões no ano passado, para R$ 5 milhões este ano, alcançado só neste primeiro semestre.

Com um “produto” diferenciado no mercado, há cerca de cinco anos, quando o sitewww.omelhordavida.com.br entrou no ar oferecendo mais de 2.500 experiências inusitadas aos consumidores, Jorge Nahas, diretor-geral do site, sabia que não seria fácil vender voo de balão ou de helicóptero como passeio alternativo, mas arriscou. E deu certo. Neste último semestre, a empresa já cresceu 45%, comparado aos 30% de 2009. “As pessoas querem emoções que as tirem da realidade. Acertamos no nicho e somos referência no mercado, também pela audácia de investimento”, disse Nahas. O setor, apontado como um dos mais promissores, com projeção de faturar este ano mais de R$ 13,9 bilhões, segue aquecido também por conta de datas comemorativas, como o Dia dos Pais, que, segundo o e-bit, deve movimentar R$ 590 milhões da economia brasileira só pelo comércio eletrônico. Isso representa um fluxo de 35% a 40% maior, comparado ao mesmo período em 2009, quando a data gerou R$ 437 milhões.


Texto Originalmente publicado em cursodeecomerce.com.br


Fonte: Curso de E-commerce, 18/01/2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Falta de preparo leva lojas virtuais ao fracasso (Cursodeecommerce, 22/11/2010)


A falta de planejamento é o principal obstáculo para o sucesso no e-commerceO empresário brasileiro ainda não está acostumado a planejar. E isso no mundo virtual tem se revelado um erro crucial, especialmente para as micro e pequenas empresas. Dados de entidades que acompanham o setor revelam que cerca de 60% das lojas abertas na internet não duram mais do que 12 meses.


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Isso acontece, principalmente, porque os microempresários lançam as suas operações virtuais sem conhecer as peculiaridades desse segmento e sem uma estratégia que atenda às expectativas desse perfil de cliente. “É um padrão de comportamento similar ao do mundo real. As empresas de menor porte entram despreparadas no mercado eletrônico e acabam sucumbindo”, lamenta Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, empresa de informações de comércio eletrônico.

Estima-se que existam pelo menos 60 mil micro e pequenas no e-commerce brasileiro, sendo 5 mil formalmente estabelecidas. Elas faturam R$ 2 bilhões, do total de R$ 10,8 bilhões movimentados no ano passado. A briga é contra gigantes. Há uma concentração dos grandes grupos no País na web, com 50 empresas abocanhando 90% do faturamento geral.

“Quando abre uma loja no seu bairro, o empresário pelo menos tem alguma noção do que as pessoas esperam. Já na internet é tudo maior e qualquer estratégia errada de preço ou posicionamento pode ser fatal”, observa o diretor-executivo da Câmara e-net, Gerson Rolim.

Além disso, dependendo do perfil da operação convencional que possui, o microempresário não está acostumado a se preocupar com questões como marketing, logística confiável e formas de pagamento, estratégias que não podem faltar no mundo online. Se uma loja virtual não oferece, por exemplo, a opção de pagamento através do cartão de crédito, perde praticamente 80% dos consumidores, já que esta é a modalidade mais usada pelos usuários.

Antes de começar uma operação online, é preciso montar um plano de negócios. A partir desse estudo, o gestor vai investigar e entender previamente o mercado no qual vai atuar, onde encontrará o seu público, o produto que irá vender e os investimentos necessários. “Comércio eletrônico não é videogame. É uma iniciativa empresarial que exige investimentos e muita atenção”, alerta oconsultor em e-commerce do Curso de E-Commerce, Alberto Valle, acrescentando que uma loja virtual não se vende e não se administra sozinha.

Uma loja virtual de pequeno porte pode ser montada com investimentos a partir de R$ 10 mil, o que atende às necessidades iniciais de tecnologia, com a escolha de uma plataforma para a venda de produtos e ações iniciais de divulgação.

Já quando o assunto é o posicionamento de mercado, uma dica é tentar fugir dos nichos atendidos pelos gigantes do e-commerce brasileiro, como Submarino, Lojas Americanas e Casas Bahia. Segundo Alberto Valle, “É importante escolher um nicho. Se a idéia é vender livros, então se especialize em livros esotéricos ou de fotografia”, exemplifica. Isso é importante porque as lojas de menor porte não conseguem competir com as grandes no frete oferecido.

Principais erros cometidos

1 – Falta de planejamento: Muitos empreendedores subestimam a complexidade do comércio eletrônico. Isso se reflete em um aumento de custos operacionais com redução de margens de lucro e consequente perda de competitividade.

2 – Falta de foco: É muito comum abrir uma loja virtual para vender de tudo. Isso não funciona para o pequeno e médio empresário. A tendência do mercado virtual é cada vez mais se concentrar em nichos de mercado e conseguir excelência nesses segmentos. A competição com as grandes redes é inviável.

3 – Improviso na modelagem do negócio: Ótimos projetos de e-commerce podem fracassar em função da escolha errada da plataforma. Outro erro é optar por uma solução improvisada de serviço de otimização para ferramentas de busca.

4 – Mão de obra não qualificada: Gerenciar uma loja virtual requer mais que conhecimento sobre navegação na internet. O gerenciamento e a manutenção de uma loja virtual exigem conhecimento em diversas áreas como marketing digital, otimização para ferramentas de busca e monitoramento de tráfego.

5 – Divulgação ineficiente: Boa colocação em ferramentas de busca, anúncios em sites de comparação de preços e presença atuante nas redes sociais são hoje em dia instrumentos decisivos para o sucesso de um negócio virtual.

6 – Fraudes nos pagamentos online: Uma boa estrutura nas formas de pagamento online, principalmente no caso de cartões de crédito, é indispensável para qualquer lojista virtual.

7 – Falta de monitoramento: Toda loja virtual precisa ter seus dados constantemente monitorados para que a administração possa saber o que realmente está acontecendo no negócio.

Fonte original: Jornal do Comércio de Porto Alegre


Artigo originalmente publicado no site cursodeecommerce.

Fonte: Cursodeecommerce, 22/11/2010