Mostrando postagens com marcador negocios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador negocios. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de março de 2011

Semp Toshiba anuncia TV 3D que dispensa o uso de óculos especiais (Tech Tudo, 28/03/2011)

A Semp Toshiba anunciou no dia 23, em um evento destinado a apresentar as novidades da empresa para as linhas 2011/ 2012, o primeiro modelo de TV 3D que dispensa a utilização de óculos disponível no Brasil.



Visite nossa loja virtual VisionEletronicos.com.br

TV 3D da Semp Toshiba. (Foto: Divulgação)TV 3D da Semp Toshiba. (Foto: Divulgação)

O grande diferencial desta TV de 20 polegadas (chamada de Glassesless, que literalmente significa “sem óculos”) é a película que fica na frente do monitor LCD e que funciona como os óculos especiais, separando e destinando as imagens para cada olho, a partir dos processadores integrados. Esta tecnologia é capaz de reproduzir nove imagens por pixel, o que gera uma resolução muito superior às televisões convencionais FullHD do mercado.

O produto estará disponível no mercado brasileiro até o final deste ano, segundo Caio Ortiz, vice-presidente de marketing e vendas da Semp Toshiba. O preço para aquisição não foi divulgado. No Japão, o modelo foi anunciado em dezembro de 2010 e custa algo em torno de R$ 4.900.

No evento, a empresa também anunciou outros modelos de TVs LED 3D de alta definição com 46, 55 e 65 polegadas, que são ultrafinas (com 1,5 cm de espessura) e contam com sintonizador digital integrado, função PVR Ready e um player multimídia, que possibilita a visualização e reprodução de fotos, vídeos e músicas em DivX através das entradas USB.

Esta linha de TVs também conta com conexão Wi-Fi e DLNA, mas ao contrário da TV Glassless, elas precisam dos óculos especiais para a reprodução de vídeos em 3D. Os preços e disponibilidade da linha para o mercado brasileiro ainda não foram informados pela Semp Toshiba.

Via Mundo do Marketing.




Artigo originalmente publicado em TechTudo.com.br

Autor: Renato Galisteu.
Fonte: Tech Tudo, 28/03/2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mercosul Digital começa a treinar empresas para e-commerce em outubro (O Globo, 18/01/2011)

SÃO PAULO - Em outubro deste ano, os países que integram o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) passam a contar com uma rede de capacitação online para aprimorar o comércio eletrônico entre as empresas do bloco e junto à União Europeia.



Na avaliação do representante da União Europeia e responsável pelo projeto, Manuel Fernández Quilez, o Mercosul Digital é ferramenta "para reduzir o fosso tecnológico entre os países do Mercosul e a União Europeia (UE)".




Segundo Quilez, o projeto iniciado no começo de 2009, compreende, por ora, um investimento de 7 milhões de euros da UE, que pode receber novas contribuições de acordo com os resultados do projeto.

Os 2,6 milhões de euros restantes envolvem contribuições de alguns membros do Mercosul, especialmente o Brasil, "para apoiar outros membros do bloco a reduzir a disparidade tecnológica atual", afirma o representante da comunidade europeia.

Comércio integrado

A capacitação online, prevista por três anos, será destinada a três diferentes públicos: especialistas em infraestrutura tecnológica, profissionais de gestão de comércio eletrônico e empresas, explica Lazarte.

O projeto deve beneficiar mais de 5.500 empresas nos quatro países do bloco, segundo estimativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) - uma das entidades que dão suporte ao Mercosul Digital.

"O treinamento está aberto a empresas de todos os portes, mas há uma ênfase na capacitação de micro, pequenas e médias empresas para o comércio eletrônico fronteiriço no Mercosul e do bloco com a União Europeia", afirma o diretor-executivo da camara-e.net e coordenador da iniciativa na área de e-commerce, Gerson Rolim.

Para promover o comércio eletrônico integrado no bloco, o projeto também prevê eliminar as diferenças digitais entre os países do Mercosul, nas áreas de infraestrutura de rede e certificação digital, sob a gestão da Rede Nacional de Pesquisa (RNP), informa Lazarte. "O interesse da União Europeia é diversificar e facilitar interações comerciais com o Mercosul. E ter uma infraestrutura de comércio eletrônico bem acertada é um benefício", observa o coordenador do projeto.

Artigo originalmente publicado no site oglobo.globo.com

Autor: Daniela Braun | Valor.
Fonte: O Globo, 18/01/2011.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O futuro é agora (Investimentos e Noticias, 19/01/2011)

O Brasil é o país do futuro!” A famosa frase, utilizada durante muito tempo de forma irônica, dentro e fora do país, para expressar o sentimento geral de que o Brasil era incapaz de explorar de forma eficiente todas as suas potencialidades parece estar com os dias contados. E as perspectivas nunca foram tão boas!

Visite nossa loja visioneletronicos.com.br

A política econômica adotada pelo governo brasileiro nos últimos anos permitiu ao país atravessar de forma relativamente tranquila a crise global que atingiu as grandes economias mundiais recentemente, principalmente a dos Estados Unidos e da Europa.

A estabilidade econômica brasileira, aliás, tem sido um importante instrumento de inclusão das camadas mais pobres da população no mercado de consumo, além de permitir à classe média a elevação de seu padrão de vida. Mercado consumidor em expansão, estabilidade econômica, liderança regional, democracia consolidada... Somem-se todos esses fatores à recente conquista do direito de sediar a Copa do Mundo de 2014, as Olimpíadas de 2016 e a descoberta de grandes reservas de petróleo e gás. Pronto: todos querem investir no Brasil.

De fato, a quantidade de aquisições, incorporações e fusões ocorridas no ano passado demonstra o interesse, principalmente das empresas estrangeiras, no mercado brasileiro, e podem ser medidas pelo número de trabalhos de due diligence para os quais a BDO no Brasil foi contratada durante 2010. E foram muitos! É justamente a realização deste tipo de trabalho que nos dá a oportunidade de observar as principais fragilidades das empresas brasileiras atualmente.

Há que se destacar as contingências trabalhistas decorrentes da possibilidade de equiparação salarial e caracterização de vínculo empregatício, comumente identificadas neste tipo de trabalho, e que normalmente representam os maiores valores. A falta de atualização técnica dos profissionais que trabalham na área fiscal das empresas também é um dos fatores que mais ocasionam erros. Isso ocorre, principalmente, em razão do crescente e constante número de normativos fiscais editados pelos governos federal, estaduais e municipais.

A fecunda capacidade legislativa brasileira aliada à elevada quantidade de obrigações acessórias a serem apresentadas pelas empresas mensalmente torna praticamente impossível aos profissionais responsáveis pela apuração e recolhimentos dos tributos se manterem atualizados acerca de todas as alterações na legislação fiscal. Por exemplo, a falta de entrega de obrigações acessórias, como o Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços (SINTEGRA), são comuns, e podem acarretar pesadas multas às empresas.

Por outro lado, a sonegação fiscal já não é notada com tanta incidência quanto no passado, e isso se deve, principalmente, ao fato de o Fisco cercar as empresas de todos os lados no intuito de evitar tais situações. A implantação da Nota Fiscal Eletrônica e do SPED Contábil e Fiscal alinha-se a essa tendência, pois restringe as possibilidades de os contribuintes utilizarem subterfúgios visando minimizar sua carga tributária de forma ilícita o que, aparentemente, tem dado resultados, haja vista os recordes de arrecadação que vêm sendo quebrados a cada mês.

Aliás, a implementação da NF-e e do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) Contábil e Fiscal certamente causou muita dor de cabeça aos contribuintes, pois estes tiveram que adaptar seus sistemas de processamento de dados aos layouts determinados pelo Fisco, o que tomou bastante tempo e se mostrou extremamente oneroso.

Há que se ressaltar, ainda, os benefícios fiscais relacionados ao IPI, concedidos pelo Governo Federal visando alavancar a venda de veículos, eletrodomésticos da linha branca e materiais de construção, também contribuíram para o crescimento das empresas e do país. A indústria automobilística, desde o ano passado, vem quebrando recordes de venda de veículos. Infelizmente, tais benefícios não foram prorrogados.

A falta de consolidação dos débitos incluídos no “REFIS da Crise”, aprovado pela Lei n.º 11.941/2009, foi outro fator que contribuiu para a boa saúde financeira das empresas em 2010. Isso porque, enquanto aguardam a composição do valor mensal definitivo a pagar, as empresas somente estão obrigadas a pagar uma valor mínimo, não lhes representando grande ônus financeiro.

No entanto, é de se esperar que no próximo ano a Receita Federal do Brasil finalmente realize a consolidação dos débitos, atribuindo as parcelas adequadas e equivalentes aos débitos dos contribuintes, o que certamente trará impactos ao fluxo de caixa das empresas e poderá afetar investimentos.

Outro fator que poderá impactar os investimentos das empresas refere-se às recentes restrições ao crédito adotadas pelo Banco Central do Brasil (BACEN), uma vez que estas devem diminuir o ritmo de crescimento da atividade industrial brasileira no próximo ano.

Mas, ainda que se confirme essa diminuição no ritmo de crescimento industrial, as perspectivas são muito positivas para os próximos anos. Muitos benefícios fiscais relativos à construção de estádios para a Copa do Mundo já estão disponíveis, aguardando os projetos, assim como incentivos para o patrocínio de esportes visando à preparação de nossos atletas para as Olimpíadas. Isso sem falar nos investimentos necessários em infraestrutura para suportar tais eventos.

A criação da estrutura para a extração do petróleo na camada do pré-sal, incluindo a tecnologia necessária para esse procedimento, também é outro fator que atrai investidores e que poderá gerar empregos para o país. Como se pode observar, o país do futuro está realmente vendo seu momento se aproximar e, se as previsões estiverem corretas, o Brasil será a quinta economia do mundo em pouco menos de duas décadas.

Há, porém, ainda muito a ser feito para que essa posição se consolide e, dentre todos os desafios a serem vencidos pela nova presidenta, Dilma Rousseff, a redução do déficit público (muito alto para um país que passou praticamente incólume pela crise global) e a reforma tributária (há muito pleiteada pela sociedade brasileira) são pontos imprescindíveis e sem os quais os avanços necessários ao crescimento do país não poderão se consolidar.

Artigo originalmente publicado no site investimentosenoticias.com.br.

Fonte: Investimentos e Noticias, 19/01/2011