sexta-feira, 8 de abril de 2011

Google desafia televisões com conteúdo profissional no Youtube (Jornal de Negócios, 08/04/2011)

A Google está a considerar a ideia de investir em conteúdos profissionais para o Youtube, como forma de se adaptar e inovar face às alterações que o sector tem registado.

A Google quer converter o seu popular portal de vídeos num serviço televisivo profissional. Segundo o “Cinco Días”, a empresa anunciou o lançamento de 20 ou mais canais Premium “que contarão com entre 5 a 10 horas de programação original produzida profissionalmente”.

O motor de busca pretende investir 100 milhões de dólares (69,93 milhões de euros).

O Youtube não quis prestar declarações, porém um porta-voz da empresa assegurou que o portal registou um crescimento incrível em 2010 e que estão entusiasmados com o futuro. "Estamos sempre a trabalhar para a sua actualização e melhoramento”.

Visite nossa loja virtual VisionEletronicos.com.br

Segundo as mesmas fontes, o Youtube está a estabelecer contactos preliminares com produtoras de conteúdos audiovisuais.

Esta aposta da Google de profissionalizar parte dos seus conteúdos no Youtube surge em resposta às fortes mudanças que o sector da televisão e dos vídeos está a sofrer. O êxito de serviços como o Netflix ou o Hulu, que destronaram a cadeia multinacional de clubes de vídeo Blockbuster, ou o aparecimento recente da Amazon ou da Apple, são alguns dos motivos que estão a levar a Google ao investimento.

Segundo os especialistas, a manobra da Google, que prevê o lançamento dos novos canais no Youtube no final do ano, vem intensificar ainda mais a batalha pelos espectadores.

Artigo originalmente publicado em JornaldeNegocios.pt

Fonte: Jornal de Negócios, 08/04/2011.
Autora: Andreia Major.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Aécio diz que governo Dilma repete 'graves contradições' (Folha.com, 06/04/2011)

Em seu primeiro discurso político na tribuna do Senado, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse que os primeiros meses do governo Dilma Rousseff não representam ruptura entre o velho e o novo.

Segundo ele, o "Brasil cor-de-rosa vendido competentemente pela propaganda política --apoiada por farta e difusa propaganda oficial-- não se confirma na realidade".

Visite nossa loja virtual VisionEletronicos.com.br

Geraldo Magela/Agência Senado
Aécio fez primeiro discurso político na tribuna do Senado
Aécio fez primeiro discurso político na tribuna do Sen


"Ainda que seja nítido e louvável o esforço da nova presidente em impor personalidade própria ao seu governo, tem prevalecido a lógica dominante em todo esse período e suas heranças. Não há ruptura entre o velho e o novo, mas o continuísmo das graves contradições dos últimos anos", afirmou o tucano.

Ele acrescentou que não pretendia avaliar os primeiros meses de um governo, mas um período de nove anos.

Aécio fez críticas à infraestrutura nacional e disse que "a federação brasileira vive um processo de esfacelamento".

Ao encerrar seu discurso, afirmou que não se pode perder na "grandiloquência do discurso oficial, como se tivéssemos alcançado o ponto de chegada".

"Estamos longe dele, apenas no início da jornada", afirmou o senador.

Artigo originalmente publicado em Folha.com

Fonte:Folha.com, 06/04/2011.
Autor: Catia Seabra.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Profissionais reclamam da qualidade das faculdades de tecnologia no Brasil (Olhar Digital, 04/04/2011)

A grade curricular oferecida hoje por boa parte das entidades está longe da realidade do mercado e gera uma evasão dos cursos

Tatiana Americano

Se as empresas atribuem a falta de mão de obra qualificada no mercado de TI a um desinteresse pela formação em tecnologia, os profissionais do setor apontam outra barreira: a defasagem do conteúdo oferecido por boa parte dos cursos de formação superior.

“O que os professores ensinam nas faculdades não faz sentido com as necessidades do mercado de tecnologia”, afirma Julio Carvalho, que atua como analista de segurança e infraestrutura de uma grande organização brasileira. Formado em um curso de tecnólogo em redes computacionais, ele conta que desistiu de um bacharelado em ciência da computação depois de se deparar com um conteúdo bastante distante da realidade do setor.

Visite nossa loja virtual VisionEletronicos.com.br

O programador Jardel Amante compartilha a mesma visão. Quando entrou na faculdade de análise de sistemas, em 2008, ele já tinha 12 anos de experiência no mercado de trabalho e diz que se assustou com a distância entre a teoria ensinada na sala de aula e as demandas reais da área de TI. “Um exemplo é que eu tenho uma disciplina de técnicas avançadas de programação na qual estou aprendendo desenvolvimento para dispositivos móveis”, ilustra, completando: “Isso não tem nada de avançado e, para piorar, estamos estudando apenas J2ME.”

Como reflexo desse cenário pouco atraente para quem quer entrar no mercado de tecnologia, Amante conta que dos 40 alunos que iniciaram o curso de análise de sistemas com ele, sobraram apenas duas pessoas em sua turma.

A necessidade de cumprir uma grade curricular estipulada pelo MEC (Ministério da Educação) justifica parte dessa defasagem de conteúdo, segundo Carvalho. “Até concordo que é difícil manter uma atualização constante de todos os cursos oferecidos no Brasil. Mas na área de informática a situação é ainda mais grave, por se tratar de um setor que muda muito rápido e tem novidades a cada semana”, explica o analista de segurança. Ele mesmo informa que, para suprir essa carência de conteúdo na sala de aula, buscou, por conta própria, uma série de certificações e cursou uma pós-graduação na área de auditoria e segurança.

Amante também relata que pretende, assim que terminar a faculdade, iniciar uma certificação que complemente seu conhecimento. Ele acredita que a formação universitária será importante para o caso de querer ingressar em uma grande empresa, que exija um diploma na área, mas admite que deve usar muito pouco do que aprendeu na faculdade em seu dia-a-dia.

Da mesma forma, Carvalho ressalta que, se tivesse que voltar no tempo, nunca teria optado pela faculdade de ciência da computação. “Faria direto um curso de tecnólogo e depois buscaria especializações”, pontua. Ele aconselha ainda que os jovens interessados em ingressar nessa carreira busquem a fluência no idioma inglês.

Já Amante sugere que quem optar por uma faculdade de tecnologia precisa analisar, acima de tudo, o perfil das pessoas que ministram o curso. “Os professores que trabalham na área sabem o que está acontecendo e podem ajudar o aluno até a conseguir trabalho. Enquanto que os puramente acadêmicos têm uma visão limitada”, conclui.

Artigo originalmente publicado em OlarDigital.uol.com.br

Fonte: Olhar Digital, 04/04/2011
Autora: Tatiana Americo

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Experimento usa luz do Sol para limpar ar (Info, 28/01/2009)

Experimento usa luz do Sol para limpar ar


Visite nossa loja VisionEletronicos.com.br

Um experimento em teste na Suíça promete transformar desertos em áreas mais capazes de tirar Co2 do ar que densas florestas

Uma das vilãs do aquecimento global é a destruição de matas. Afinal, com menos árvores no planeta, menos vegetação transforma gás carbônico em oxigênio.

Em contraposição às florestas cheias de biodiversidade, os desertos são considerados quase que totalmente estéreis para o planeta e para o combate ao aquecimento global.

Um experimento desenvolvido pelo pesquisador Aldo Steinfeld no Instituto de Tecnologia da Suíça propõe inverter esta equação, usando desertos a favor da despoluição do planeta.

Partes de carbono por milhão

Medições em diferentes pontos da Terra indicam que nossa atmosfera possui hoje 385 partes por milhão de dióxido de carbono. Para muitos cientistas, esta já é uma proporção ruim e a concentração de moléculas de carbono estão ao menos 100 partes por milhão acima do que estava há um século. Esta proporção, aliás, tende a crescer com a crescente queima de combustível fóssil por carros, fábricas e usinas de eletricidade.

A ideia de Aldo é desenvolver máquinas que possam sequestrar carbono e devolver à atmosfera apenas ar limpo, livre das substâncias que geram o aquecimento global. Estas tecnologias, na verdade, já existem mas enfrentam um grave obstáculo: são caras e demandam muita energia.

O processo básico envolve concentrar uma grande quantidade de ar poluído num cilindro com hidróxido de sódio. Se este meio for aquecido a temperaturas superiores a 400º C, as moléculas de carbono reagem com o hidróxido de sódio e são transformadas em carbonato de cálcio. Assim, o oxigênio fica livre do gás carbônico e pode ser liberado na atmosfera. O resultado da reação são apenas resíduos não tóxicos, que podem ser enterrados.

O dilema elementar desta tecnologia é que para aquecer o ar a 400º C é preciso tanta energia que os benefícios para o planeta acabam anulados pela maior necessidade de gerar eletricidade.

A ideia de Aldo é usar energia solar para fazer esta reação e, de quebra, reciclar os resíduos transformando-os em hidróxido de sódio, substância fundamental para realizar a operação.

Deserto produtivo

Assim, um sistema com grandes parabólicas capta a energia solar e a usa para aquecer cilindros onde o ar poluído da atmosfera é concentrado. Lá dentro, o ar reage com uma solução de hidróxido de sódio e separa o oxigênio do gás carbônico.

Numa segunda fase, os resíduos da operação são submetidos a uma temperatura de 1000ºC em meio a uma solução com hidróxido de cálcio. O resultado é a conversão dos desetos em hidróxido de sódio reciclado, uma substância fundamental para alimentar a “usina de oxigênio”.

Como só funciona sob Sol forte, o experimento deveria ser instalado em desertos, propõe o professor. Isto transformaria desertos em áreas economicamente interessantes para uma futura economia de créditos de carbono.

Na opinião de Aldo, seu invento poderia se somar a outras atitudes como a adoção de energia limpa nas fábricas e o uso de combustível fóssil nos carros. Mais do que simplesmente impedir que mais gás carbônico seja lançado na atmosfera, o recurso consegue reverter os males já causados à atmosfera, retirando moléculas de CO2 dela.

Para ser efetivo, porém, o projeto precisaria ser aplicado em larga escala nos desertos do mundo. O pesquisador acha isso plenamente possível se os governos do mundo onerarem as fábricas e usinas poluentes, obrigando-as a financiar estes projetos.

Artigo originalmente publicado em Info.abril.com.br

Fonte: Info, 28/01/2009.
Autor: Felipe Zmoginski

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Site cria namorada virtual para aumentar suas chances de namoro real (Geek, 28/03/2011)

Criado para ser um serviço que produz a namorada virtual ideal para você, o Cloud Girlfrined pretende, com isto, fazer com que a sua verdadeira paixão comece a ficar interessada, ao provocar ciúmes em relação à outra.

Por Kao ‘Cyber’ Tokio

Esta semana, comemorou-se o aniversário de um ano do Game Crush, que oferece companhia a gamers solitários.

Agora, uma nova empresa vem a público na tentativa de aumentar as chances do internauta na conquista do par perfeito. O site Cloud Girlfriend apresenta uma estratégia no mínimo inusitada, criando uma garota virtual para você exibir nas redes sociais digitais e, com isso, provocar ciúmes e o interesse daquela que é a verdadeira musa de seus sonhos.



O serviço ainda se resume a uma página de cadastro por email para receber as novidades do sistema, que deverá iniciar-se em breve.

O site apresenta os quatro passos básicos para o candidato a don Juan virtual: 1- Defina sua namorada ideal, 2 – Nós a trazemos à existência, 3 – Conecte e interaja com ela publicamente, nas suas redes sociais favoritas, 4 – Desfrute de um relacionamento público a longa distância com sua garota perfeita.

A pergunta é: vai funcionar? Há dúvidas de que a estratégia funcione na vida real, quando você namora alguém para chamar a atenção da outra mas, ao menos, no virtual você não corre o risco de magoar a namorada de bits.

Por ora, o site está em versão beta fechada, com convites limitados para participação.

Artigo originalmente publicado em Geek.com.br


Autor: Henrique Cesar Ulbrich.
Fonte:Geek, 28/03/2011.