terça-feira, 31 de agosto de 2010

Como poupar e onde investir o seu dinheiro (Poupa Clique. O Seu Site de Serviços)



Se você está interessado em poupar ou investir o seu dinheiro, convém entender as possibilidades que o mercado financeiro oferece. Os termos complicados e as inúmeras siglas confundem o possível investidor. Por isso, é preciso saber quais os tipos de aplicações disponíveis, assim como suas vantagens e desvantagens.

Com orientações de Claudemir Galvani, professor de economia da PUC-SP, traçamos um rápido perfil de investimentos em Poupança, Fundos DI e de Renda Fixa, além de previdência privada.

Poupança normal e programada

Prefira a poupança se a sua faixa de aplicação, o que você for guardar todo mês, for de R$100 a R$200. É possível depositar os valores todos ou meses ou programar a transferência da sua conta corrente para a poupança todos os meses.


Fundos DI

Os fundos DI são adequados para faixas de aplicações mais significativas, algo em torno de R$10 mil ou mais. Contudo, podem ser ótima opção para valores a partir de mil reais.

Trata-se de um investimento de curto e médio prazo. Para longo prazo, eles são importantes na composição da carteira do investidor (reserva). Os fundos DI são a aplicação com menor risco no mercado, são rentáveis e contêm em suas carteiras títulos pós-fixados do Governo Federal. "Pós-fixado" significa que o rendimento será definido no dia do resgate.

A rentabilidade do fundo DI varia de acordo com a taxa SELIC, que é definida uma vez por mês, seguindo uma série de fatores, como a flutuação das taxas de juros. Em agosto, por exemplo, o fundo DI rendeu 1,1%. O rendimento será definido no dia do resgate, em função da taxa SELIC.

Quem aplica em fundo DI paga imposto de renda mensalmente, que é de 20% sobre o total da renda gerada; o valor é debitado da conta. O investidor também paga CPMF (0,38%) quando o dinheiro sai da conta corrente para o fundo.

É recomendável não mexer no dinheiro aplicado nos primeiros 30 dias. Se isso ocorrer, o investidor paga IOF, uma taxa decrescente que pode variar de 0% a 60% de desconto. Após 30 dias, o saque é livre.

Leia coluna sobre vantagens de aplicar em poupança ou em fundos de DI

Fundos de Renda Fixa (prefixados)

Se você já tem aplicações nos fundos DI e quer variar o leque de investimentos, a próxima aplicação poderá ser em fundos de renda fixa (pré-fixado).

Esse fundo aplica em papéis com taxas de juros previamente definidas e conta com títulos públicos pré-fixados, com variação cambial, com IGP-M, além de títulos privados, como CDBs e Debêntures.

Os fundos de renda fixa (pré-fixados) buscam oportunidades de retorno em cenários com probabilidade de queda nas taxas de juros, normalmente apresentando rentabilidade superior ao CDI quando esta expectativa se confirma.

Isso porque, quando os juros caem, o rendimento predeterminado dos fundos de renda fixa se torna maior que a remuneração das aplicações pós-fixadas que acompanham a SELIC e, portanto, passam a render menos. As faixas de rentabilidade são variáveis: quando maior o montante, mais rentável.

Quem aplica em fundos de renda fixa também paga imposto de renda mensalmente, em alíquota de 20% sobre o total da renda gerada. O valor é debitado da conta.

Assim como nos fundos DI, é recomendável não mexer no dinheiro aplicado nos primeiros 30 dias. Se isso ocorrer, o investidor paga IOF, uma taxa decrescente que pode variar de 0% a 60% de desconto. Após 30 dias o saque é livre.

Previdência privada

O programa de previdência privada é bom para pessoas com até 30 anos que possam aplicar no mínimo R$100 reais todos os meses e não precisem do dinheiro em curto prazo. Por exemplo, é um péssimo negócio para quem pretende "juntar" dinheiro. Bom mesmo é apostar em longo prazo, no mínimo 25 anos. O pagamento mínimo é de 10 anos.

Em casos de emergência, o correntista pode sacar o dinheiro, mas perde-se muito quando feito nos primeiros anos. O rendimento é mensal (aumenta o valor da cota). O eventual saque antecipado é permitido, mas é descontada uma parcela significativa.

O IR só incidirá no resgate, e isso é uma vantagem, já que nas demais aplicações financeiras o IR é recolhido mensalmente.

Artigo originalmente publicado no site Poupa Click.

Fonte: Poupa Click. O Seu Site de Serviços
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Sony anuncia televisores 3D com player de Blu-ray (Baixaki, 27/08/2010)


A nova linha Bravia 2 KDL da multinacional conta com um gravador e leitor de Blu-ray acoplado, possibilitando o armazenamento de transmissões de TV.

A Sony, uma das líderes de mercado no ramo de equipamento multimídia, divulgou uma série de televisores com um player para DVDs e outro para Blu-ray 3D (formato que suporta imagens tridimensionais), assim como seu HD, embutidos na mesma carcaça.

A linha chamada até agora de Bravia 2 KDL, possui telas com 40, 46 e 55 polegadas. Todos os modelos contam com resolução Full HD (1080p), 500 GB de espaço no disco rígido, iluminação de LED, dois alto-falantes de 10 W, três entradas HDMI e uma USB. Em qualquer uma das televisões é possível gravar a programação de TV, inclusive com sinal digital (DTV), e reproduzir filmes em três dimensões. Vale salientar que é preciso utilizar óculos especiais para visualizar o efeito.

Os aparelhos de última geração em reprodução de imagens devem chegar às prateleiras japonesas no início de dezembro deste ano. Os valores devem variar de US$ 3,5 mil a US$ 5,2 mil, dependendo do tamanho da tela.



Versões de 26 e 32 polegadas, porém com especificações mais comedidas (iluminação CCFL, resolução de até 1366 por 768 pixels e sem compatibilidade com tecnologia 3D), serão comercializadas mais cedo, a partir de 30 de novembro no Japão. O custo para esses eletrônicos é de US$ 1.720 e US$ 1.780, respectivamente.

A vantagem em adquirir um equipamento desses é a economia de espaço na sua estante. Quanto à qualidade de imagem e à experiência oriunda dos efeitos visuais e sonoros do Blu-ray 3D, não precisamos comparar: é covardia!

Artigo originalmente publicado no Baixaki.

Autor: Fernando Daquino
Fonte: Baixaki, 27/08/2010

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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Televisor 3D que dispensa o uso de óculos especiais deve chegar ao mercado este ano (Olhar Digital, 25/08/2010)


Tecnologia promete causar menos cansaço à visão do que os modelos que já estão no mercado



Uma das principais críticas em relação aos televisores 3D é a necessidade dos óculos especiais. Uma pesquisa realizada recentemente no mercado japonês revelou que 70% dos consumidores não têm interesse em comprar um aparelho do tipo justamente por causa desses acessórios incômodos. De olho nessa questão, a Toshiba anunciou na terça-feira, 24/08, que está desenvolvendo o primeiro televisor 3D que dispensará o uso dos óculos e deverá chegar ao mercado ainda este ano.

A experiência, que se baseia na transmissão de diferentes imagens de vários ângulos, criando a ilusão de dimensão e profundidade, promete não causar tanto cansaço aos olhos como os televisores que já estão no mercado.

Em maio deste ano, a Toshiba apresentou um protótipo de 21 polegadas que permitia a visualização de imagens tridimensionais de vários ângulos sem os óculos.

A empresa não deu mais detalhes de como serão os novos televisores, mas de acordo com o seu relatório, três diferentes modelos chegarão ao mercado até dezembro.

Artigo originalmente publicado no site Olhar Digital

Fonte: Olhar Digital, 25/08/2010.
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Cientistas desenvolvem bateria para celulares e notebooks abastecida com refrigerante e óleo vegetal (Baixaki, 25/08/2010)


Desenvolvido por pesquisadores dos Estados Unidos, protótipo utiliza mitocôndrias para transformar calorias em energia para os aparelhos.



Durante o 24º encontro nacional da Sociedade Americana de Química, a cientista americana Shelley Minteer anunciou que sua equipe foi capaz de desenvolver um novo tipo de bateria que abre a possibilidade de recagar dispositivos de um jeito diferente. Em vez de conectar notebooks e celulares à tomada, bastam algumas gotas de refrigerante ou óleo vegetal para tê-los funcionando.

A tecnologia, desenvolvida por cientistas ligados a várias instituições americanas, empresta conceitos da biologia para produzir eletricidade a partir de combustível celular. Segundo Shelley, os dispositivos têm o potencial de substituir baterias descartáveis e recarregáveis em grande variedade de aparelhos – se mostrando uma alternativa mais barata e consciente dos problemas ambientais, em comparação com os métodos atuais.

O processo utilizado pelos cientistas é semelhante ao que o corpo humano usa para obter energia dos alimentos que consumimos. Estruturas internas da célula, conhecidas como organelas, são responsáveis por uma série de funções – entre elas, há as mitocôndrias, responsáveis pela transformação de açúcares e gorduras em energia armazenável.

O que os cientistas fizeram foi utilizar o princípio de funcionamento das mitocôndrias, adaptando-as para o meio eletrônico. Ou seja, em vez do corpo humano, as organelas tornam-se responsáveis por enviar energia para as baterias, tornando possível a recarga através de refrigerantes ou óleos vegetais.

O protótipo desenvolvido em laboratório é constituído de uma fina camada de células mitocondriais entre dois eletrodos. Os testes indicaram que, na presença de açúcar ou óleo de cozinha, obtia-se como resultado eletricidade. Além de celulares e notebooks, a tecnologia também pode servir como fonte de energia para sensores de movimento, monitores de temperatura e localizadores de veículos, animais e pessoas.

Artigo originalmente publicado no site do Baixaki

Autor: Felipe Gugelmin.
Fonte: Baixaki, 25/08/2010

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Projeto propõe casa com zero emissão de carbono (Olhar Digital, 20/08/2010)



Protótipo utiliza energia solar, captada por meio de paineis solares e janelas especiais, além do uso de materiais eco-friendly para a construção

Já imaginou uma casa em que toda a energia utilizada por ela é proveniente de luz solar? Isso se mostrou possível por meio de um protótipo feito pela VKR Holding. E, como se já não fosse verde o suficiente, a casa também não oferece qualquer emissão de carbono à atmosfera.

Tudo isso porque o projeto utiliza materiais eco-friendly para a construção, além de um conjunto de paineis solares disposto como cobertura, por onde a luz do sol é captada.

Outro ponto interessante do projeto é a abertura para ventilação natural, tornando totalmente dispensável o uso de ventiladores e ar-condicionado.

O controle climático e os coletores solares térmicos presentes na casa puderam gerar, durante uma amostragem, 800 quilowatts/hora.

O protótipo teve como base o conceito dinarmaquês chamado de "Active House", que incentiva casas sustentáveis. Esse é o primeiro de oito experimentos que a empresa irá distribuir em cinco países europeus para testes.

O preço ainda não é dos mais baratos. O protótipo está saindo por US$700 mil. No entanto, se a adoção pelo projeto for bem sucedida, quem sabe o preço não diminui?

Artigo originalmente publicado no site Olhar Digital.

Fonte: Olhar Digital, 20/08/2010
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