quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Fundo aposta em software com Inteligência Artificial para e-commerce (Convergência Digital, 03/08/2010)



A DLM Invista Asset Management adquiriu a participação de 20% na sociedade da Chaordic Systems, empresa catarinense que desenvolve softwares de recomendação para aumentar vendas em sites de comércio eletrônico.

Com analistas de mercado experientes na área de tecnologia, a gestora pretende participar de forma ativa no gerenciamento e tomada de decisões. “A empresa investida possui características imprescindíveis para o private equity, como inovação, potencial de crescimento e sofisticação tecnológica”, afirma o sócio-gestor Paulo Caputo.

O processo de negociação, que durou seis meses, só foi possível graças ao reforço da equipe e às ações de expansão no ano passado. O fundo de private equity foi desenvolvido com foco nas empresas de tecnologia empregando a vasta experiência dos sócios Paulo Caputo (ex VP Datasul e Totvs) e Jorge Stephens (ex CEO Datasul).

“Acreditamos que essa parceria com a DLM invista será muito positiva, tanto pelo reforço financeiro que nos possibilitará ampliar o número de funcionários e acelerar o processo de implementação do serviço em sites de vendas, quanto pela experiência dos executivos da gestora, que reforçarão nosso planejamento estratégico e poder de networking”, explica o diretor executivo da Chaordic, João Bernartt.

O programa desenvolvido pela empresa utiliza algoritmos de inteligência artificial para recomendar compras de acordo com o perfil de cada cliente. Fruto de uma pesquisa universitária de mestres e matemáticos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o software utiliza conceitos de sociologia, antropologia e psicologia para fornecer sugestões de utilidade para o consumidor.

O objetivo é fidelizar e individualizar cada consumidor. Em julho a empresa iniciou o serviço para uma grande empresa nacional de e-commerce e, ainda no segundo semestre, lançará um portal de recomendação gratuito que irá facilitar o processo de escolha do consumidor.

Artigo originalmente publicado em Convergência Digital.

Fonte: Convergência Digital, 03/08/2010
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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Novos Eletrônicos: Panasonic na frente com a primeira filmadora 3D doméstica! (Baixaki, 30/07/2010)


O filme Avatar revolucionou os cinemas. Agora é hora de você também revolucionar o mercado 3D com a ajuda do novo lançamento da Panasonic.

Quem acompanhou a CES 2010, a maior feira de tecnologia do mundo, percebeu que um dos assuntos que mais deram o que falar tinha (e muito) a ver com a evolução da imagem 3D. A Panasonic, por exemplo, foi uma das muitas empresas que se focou no assunto em seu painel, mostrando que vai entrar com tudo nesse mercado em expansão.

Entretanto, faltava lançar uma filmadora que pudesse também criar o conteúdo em três dimensões e pudesse, além de divertir o usuário, ainda impulsionar as vendas das televisões de alta qualidade com suporte ao conteúdo visual diferenciado.

Faça seu próprio filme 3D

Na própria CES 2010, a Panasonic havia comentado sobre o lançamento de uma filmadora com suporte ao conteúdo em três dimensões. Entretanto, apenas nas últimas semanas os rumores circularam com maior intensidade, deixando quem sonha em ser um James Cameron da vida muito mais palpável.



Eis que a espera terminou: no último dia 28 a empresa, já forte no ramo de televisores e câmeras fotográficas 3D, lançou a filmadora doméstica com suporte à tecnologia tridimensional. Assim, deve-se popularizar a tecnologia, de forma a criar mais conteúdo no formato e alavancar as vendas de outros produtos para o público que se apaixonou por Avatar e lotou as salas de cinema no início do ano.

O modelo HDC-SDT750 não deixa de ser uma filmadora comum, que captura imagens no formato normal, porém em alta definição (1080p). O que faz com que ela suporte o novo formato são as lentes conversoras (VW-CLT1) que automaticamente criam o efeito de sobreposição de imagens (que é a base da tecnologia 3D) em formato AVCHD.

Exatamente por capturar duas imagens e sobrepô-las para a criação do efeito de profundidade, a resolução para a gravação 3D cai pela metade (960x1080 pixels). Entretanto, nada que deixe o usuário menos impressionado com a alta qualidade de imagem que se projeta.



Para assistir o resultado, você também deve possuir uma televisão 3D, uma vez que a televisão “compensa” as imagens lado a lado e ocupam a tela toda, trazendo a sensação de profundidade necessária para que os óculos transformem tudo nas diferenciadas imagens tridimensionais.

De acordo com a Panasonic, outra vantagem das filmadoras do modelo HDC-SDT750 é a compatibilidade. Você será capaz de assistir os vídeos feitos por essa belezinha também em aparelhos de outras marcas, como Sony e Samsung, que também chegam forte no mercado de televisores com suporte a 3D.

Quando e quanto

A filmadora 3D possui previsão de chegada ao mercado japonês a partir do dia 20 de agosto em dois modelos diferentes. Para outros países, a chegada de apenas um dos modelos é prevista para o mês de outubro em diante.



Para os Estados Unidos, a câmera 3D deve chegar pela “pechincha” de US$ 1.400, enquanto no Japão, o preço pode ser até mais salgado, beirando os US$ 2.000. Essa diferença de preço se deve ao fato de que as lentes serão vendidas como um opcional no Japão, enquanto em outras localidades virão em conjunto com a filmadora.

Enquanto isso, monte os roteiros para seus próximos filmes 3D de sucesso, no melhor estilo “monstros azuis de três metros de altura”. Aproveite também para economizar bastante dinheiro para adquirir a filmadora, porque ela deve chegar ao Brasil com preço salgado.

Artigo originalmente publicado no site Baixaki.

Autor: Beatriz Portella Smaal.
Fonte: Baixaki, 30/07/2010.

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A Forma Simples de Reduzir as Dívidas (Como Poupar Dinheiro, 27/07/2010)



Você sabe o que é sentar-se na mesa com uma pilha de contas com 6 centímetros de espessura. Cada cêntimo do seu salário desaparece antes de chegar à sua conta bancária.
Embora a ideia de viver livre da dívida soe fantástico, você pode não saber como chegar lá, ou mesmo se é possível. A boa notícia é que uma vida sem dívida é absolutamente possível para qualquer um, é só ter alguma dedicação e paciência. A chave para a vida livre da dívida encontra-se na disciplina financeira.
Se você tem muita dívida, isso significa que gasta muito dinheiro. Isso é tudo que existe realmente, você pode pôr a culpa num monte de coisas, e muitas vezes há situações, como doenças que surgem, que estão completamente fora do seu controlo. Mas a maioria das pessoas estão profundamente endividados, porque estão a gastar dinheiro que não lhes pertence, em coisas que não querem esperar para ter.
Em poucos anos, a maior parte das coisas que você comprou já está no lixo, mas a dívida ainda está lá. Não só isso, porque vai ficando cada vez maior, devido aos juros.
A boa notícia é que existe uma solução muito simples para sair da dívida. Viver livre de dívida significa seguir algumas regras muito simples durante o tempo que for preciso para saldar a sua dívida.
O primeiro passo é lançar seus cartões de crédito no liquidificador. Cortá-los, queimá-los, deixar os cães mastigarem-nos, mandá-los para o lixo, ou dá-los a qualquer pessoa para se certificar de que você nunca mais os vai usar novamente.
A única maneira de sair da dívida é começar por nunca entrar em mais nenhuma dívida.
O próximo passo é começar a redução do seu orçamento. A fim de saldar a sua dívida você vai ter que libertar algum dinheiro extra a partir do seu salário para pagar as dívidas que já tem.
As duas únicas maneiras de fazer isso são aumentar o seu rendimento e reduzir os seus gastos para que haja mais dinheiro disponível para pagar as dívidas. A combinação das duas vai funcionar melhor, claro, só depende de quão rápido se quer ser livre da dívida.
Uma vez que você parou de aumentar as despesas, e começou a pagar as suas dívidas actuais, a única coisa que resta é a disciplina da paciência. Você precisa fazer um compromisso com a vida livre de dívida ou nunca vai conseguir fazer isso.
Vai demorar alguns anos mas depois será capaz de manter muito mais tempo o dinheiro que você ganha em sua posse.

Artigo originalmente públicado no site Como Poupar Dinheiro.

Fonte: Como Poupar Dinheoro, 27/07/2010.
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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Sony desenvolve tecnologia que permite a criação de Blu-rays com até 1 TB de dados (Baixaki, 27/07/2010)


Em parceria com a Universidade de Tohoku, a empresa criou um tipo de laser azul-violeta 100 vezes mais eficiente que os atuais.

Enquanto para muitos possuir um reprodutor de discos Blu-Ray em casa não passe de um sonho distante, há bastante tempo já se fala em tecnologias capazes de tornar os discos azuis uma coisa do passado. Exemplo disso é o padrão BDXL, que ao utilizar discos com três ou quatro camadas consegue disponibilizar até 128 GB de espaço para gravação (clique aqui para ler mais sobre a tecnologia).

Porém, essa tecnologia que já impressiona por disponibilizar a capacidade de um disco rígido em um simples Blu-ray parece superada antes mesmo do lançamento. Ao menos se depender do anúncio da Sony que, junto com a Universidade de Tohoku, desenvolveu um novo laser capaz de aproveitar de forma muito mais eficiente a densidade de um disco comum.

Enquanto padrões como o BDXL aumentam o espaço disponível ao disponibilizar mais camadas ao disco (o que os torna incompatíveis com os reprodutores atuais), a Sony apostou em outra maneira de aumentar a eficiência do método de gravação. Em vez de aumentar o tamanho dos discos, a empresa decidiu aumentar a eficiência do laser utilizado.

Blu-Rays com até 1 TB de armazenamento

Assim como o laser utilizado para a gravação de um Blu-ray tradicional, a nova tecnologia utiliza um comprimento de onda de 405 nanômetros (para ter noção da escala, um nm equivale a um bilionésimo de metro). A diferença fica para a duração dos pulsos ópticos, com a duração de somente três picossegundos (um picossegundo equivale a um bilionésimo de segundo).


O novo equipamento possui uma potência de saída de até 100 watts, com frequência de até 1 gigahertz. Pode parecer pouco para quem está por dentro do assunto, mas esta capacidade de saída é cerca de cem vezes maior do que o método de gravação utilizado atualmente. Isto faz com que a capacidade de gravação seja em teoria até 20 vezes maior do que a de um Blu-ray tradicional, podendo chegar a 1TB em um disco de camada simples.

Embora existam outros métodos que já utilizam lasers de alta potência empregados principalmente em pesquisas científicas, a fonte de luz utilizada costuma ser muito grande e exige a presença de um técnico especializado para se certificar de que a operação acontece corretamente.

A Sony alega ter resolvido esse problema ao utilizar uma tecnologia que incorpora diodos semicondutores ao sistema de lasers, tornando-o mais estável e próprio para utilização em um leque muito grande de aplicações. O novo método também permite que o tamanho da fonte de luz utilizada seja drasticamente reduzido, o que pode significar leitores com dimensões menores se comparados aos atuais, por exemplo.

O novo laser semicondutor de alta potência e velocidade utiliza um método ótico não linear conhecido como “two-photon absorption” (absorção de dois fótons, em uma tradução livre), que acontece como resultado de pulsos óticos de alta intensidade.

Quando a luz é concentrada na lente durante a gravação, é criado um processo que muda propriedades químicas e termais ao redor do ponto de foco do laser, atingindo uma área menor que o diâmetro do ponto de foco da lente em si (se a explicação pareceu incompreensível, é porque realmente se trata de um processo realmente complicado).


Embora entender como o método funciona seja algo difícil e restrito aos especialistas na área, as aplicações práticas são bastante palpáveis. Esta tecnologia permite utilizar de forma muito mais eficiente a superfície de um disco, gravando dados de forma tridimensional – com a utilização de materiais que combinam elementos orgânicos e inorgânicos com propriedades adaptadas ao laser utilizado, o resultado é um espaço muito maior para a gravação de dados.

Os poucos protótipos montados até agora ocupam um espaço gigantesco e custaram em média US$ 100 mil para serem produzidos. Porém, isso tende a mudar, especialmente após a Sony ter sido bem-sucedida na gravação e leitura de dados utilizando a técnica, embora não haja nenhuma informação sobre previsões de quando a tecnologia passará a ser utilizada em escala industrial.

Novo fôlego para a mídia física

O anúncio desta nova tecnologia de gravação vai contar a tendência atual de distribuir conteúdos através dos meios digitais, e mostra que a Sony ainda está disposta a investir em meios físicos durante os próximos anos.

Embora muitos apostassem que o Blu-ray deveria representar a última geração de distribuição de mídias através de meios táteis, é inegável a atração que um disco de 1TB terá sobre os consumidores. Afinal, por mais que discos rígidos de alta capacidade sejam cada vez mais baratos, será muito mais prático ter séries completas e diversos filmes em alta definição em um pequeno disco do que ter que lidar com gerenciamento de um espaço limitado.

Artigo originalmente publicado no site Baixaki.

Autor: Felipe Gugelmin.
Fonte: Baixaki, 27/07/2010

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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Intel investe em tecnologia de feixes de luz para maior transferência de dados (Olhar Digital, 28/07/2010)



Conexão ótica poderá substituir o uso de elétrons e cabos de cobre e conseguiria alcançar distâncias e velocidades superiores

Nesta terça-feira, 27/07, a Intel anunciou que desenvolveu um protótipo de pesquisa que se utiliza de feixes de luz para transmitir os dados para dentro e fora dos computadores. De acordo com nota divulgada à imprensa, a tecnologia poderia substituir o uso de elétrons e cabos de cobre na transferência de dados a uma velocidade de 50 gigabits por segundo, o que equivaleria à transferência de um filme inteiro em HD por segundo. Ela também conseguiria alcançar distâncias maiores do que os cabos de cobre.

Justin Rattner, CTO da Intel, considera o protótipo um gigantesco avanço tecnológico, uma vez que os cabos de cobre estão atingindo o seu limite e transferir dados a 10Gbps ou mais por esses cabos esta cada vez mais difícil.

A Intel espera aumentar a velocidade da conexão ótica para 1Tbps à medida que aumentar o número de canais para melhorar a transferência de dados e o próximo passo é implementar a tecnologia em seus chips. A empresa espera ainda levar a tecnologia aos grandes mercados, como PCs, servidores e aparelhos móveis até o meio desta década.

Companhias como a Oracle e a IBM já estão evolvidas em pesquisas na área de tecnologia fotônica.

Artigo originalmente publicado no site Olhar Digital

Fonte: Olhar Digital, 28/07/2010
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