segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Planta artificial gera energia verde (Olhar Digital, 12/08/2010)



Aparelho em formato de planta usa energia cinética para carregar baterias de gadgets

Quem quiser produzir energia verde em casa com um pouco mais de estilo, agora, tem uma boa opção. O aparelho Touchpot funciona como um vaso de planta artificial que usa da movimentação de suas folhas para gerar energia.

O sistema realiza seu armazenamento por meio da energia gerada durante a movimentação das folhas. Os movimentos processados podem ser feitos tanto manualmente quanto pelo vento, sendo assim, não é necessário que o dono do Touchpot faça muito esforço para manter seu aparelho funcionando.

Quando totalmente carregado, o Touchpot consegue fornecer energia suficiente para carregar uma bateria onboard, como a de celulares, por exemplo. Além disso, o produto possui lâmpadas de LED embutidas que também podem fazer dele uma luminária um tanto quanto exótica.

Artigo originalmente publicado no site Olhar Digital

Fonte: Olhar Digital, 12/08/2010
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

E-Commerce: Uma Oportunidade de Negócio que Não Para de Crescer (Blog do E-Commerce, 04/08/2010)



As vendas pela internet estão fazendo a cabeça do brasileiro, aliam comodidade, agilidade e conforto, além da facilidade de pesquisar preços e decidir pela compra em poucos cliques. Em 2009 esse mercado movimentou cerca de R$ 2 bilhões e a estimativa é que esse número cresça até 30% em 2010. Datas comemorativas como o Dia das Mães, Natal, Dia dos Namorados e dos Pais alcançam picos de vendas e batem recordes anualmente.

Na opinião de Gerson Rolin, diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, um pequeno empresário não corre o risco de falir se não tiver um braço para vender na internet, mas estará perdendo uma grande oportunidade de aumentar suas vendas. A dica do diretor ao pequeno e médio empresário é apostar no atendimento aos nichos de mercado. "O pequeno tem essa vantagem, pois consegue entregar um produto personalizado com um preço adequado", explica. Demanda que grandes empresas muitas vezes não possui flexibilidade para atender. É o que chamamos de nicho de mercado.

Se você está interessado em abrir uma loja virtual ou qualquer tipo de site de vendas pela Internet mas não sabe por onde começar saiba que existem quatro pilares fundamentais para estruturar a sua operação:

* Identificar que tipo de plataforma de e-commerce – software – mais se adequa ao seu negócio;
* Definir um plano de ferramentas de web marketing a serem utilizadas, bem como reservar um orçamento específico para esta ação;
* Estabelecer uma logística adequada para a entrega dos produtos;
* Ter um sistema de compra por cartão de crédito, uma vez que no Brasil 80% das vendas são feitas por cartão de crédito.

"Muitas vezes essas ações não fazem parte da vida offline do pequeno empresário, mas ele não vai existir na net sem essas ferramentas", alerta o especialista. A falta de planejamento é o erro mais comum do pequeno e médio empresário brasileiro ao iniciar uma operação de comércio eletrônico. "Não é porque é simples e o investimento é pequeno que não precisa planejar. É fundamental um planejamento estratégico bem feito com estudo de mercado e de aceitação de produto", completa Rolin. O treinamento específico nessa área como por exemplo a participação em um curso sobre criação de lojas virtuais é fundamental.

O diretor destaca também a necessidade de uma estratégia de proteção contra fraude online. De acordo com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, os custos para montar uma loja virtual variam de acordo com número de produtos oferecidos, o template (layout) utilizado, as opções de SEO, monitoramento de tráfego entre outras variáveis. Para uma loja simples, o template fica em torno de mil reais além de uma manutenção mensal a partir de 100 reais. Há ofertas competitivas para o bolso do pequeno e médio empresário. Muitas delas são anunciantes aqui no blog e basta você pesquisar preços e condições entre nossos anunciantes.

Orientação Para Novos Empreendedores

Para auxiliar o empresário interessado em investir em e-commerce a equipe do Curso de E-Commerce vem promovendo uma série de cursos com consultores e especialistas que apresentam ferramentas para criação e administração de lojas virtuais e esclarecem dúvidas dando subsídios para que os empreendedores possam investir nesse setor com mais propriedade e segurança. A próxima edição do curso Como Montar Uma Loja Virtual acontecerá este mês e as inscrições já estão abertas.

Artigo originalmente publicado em Blog do E-commerce.

Fonte: Blog do E-Commerce, 04/08/2010
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Motorola Droid 2 versus Droid Original (Under-Linux.org, 10/08/2010)


A Verizon apresentou oficialmente neste terça-feira o seu Motorola Droid 2. Ele é o sucessor direto do Motorola Droid original, que estreou em novembro do ano passado (2009). A pré-venda do aparelho começa amanhã, dia 11 de agosto, e as vendas oficiais do produto tem início no dia 12 de agosto (quinta-feira). E muita coisa mudou desde a primeira versão do Droid. Ele entra no mercado praticamente ao mesmo tempo que o Streak da Dell e a briga pode ser desvantajosa para a fabricante de computadores, já que seu MID virá embarcado com a versão 1.6 do sistema operacional Android. Muito desatualizada se levarmos em conta que o Android já está na versão 2.2 (presente no Motorola Droid 2).

E ele vem muito mais parrudo que a primeira versão. Muito parrudo! Para se ter uma idéia, o novo Droid 2 vem com quase o dobro de clock no processador, passando de 550MHz para 1GHz. Outro destaque é a memória RAM. No Droid original ela é de 256MB, já no Droid 2 ela passou a ser de 512MB. Simplesmente dobrou. Já o armazenamento interno era muito "pobre" no Droid original, com apenas 256MB ( o mesmo que sua memória RAM). Já no Droid 2, ele vem com generosos 8GB de armazenamento interno.

O Droid 2 só perde mesmo é na capacidade de armazenamento externo. O Droid original vinha de fábrica com capacidade para 16GB enquanto o Droid 2 vem somente com 8GB. Mas ambos só podem alcançar 32GB. Então quem já tem 32GB no Droid original e pretende adquirir o Droid 2, só precisará trocar o cartão de um aparelho para outro.



A tela continua a mesma para ambos, com suas 3,7 polegadas de diagonal. A resolução também não mudou, com 854x480 pixels (WVGA). Já o teclado, no Droid 2 ele foi totalmente redesenhado, mas continua sendo deslizante. A única alteração mais drástica é que ele não tem mais o pad direcional.

Quanto a câmera, ela continua com a capacidade de 5MP, possuindo o mesmo foco automático e o uso de dual-LED como flash embutido. A gravação de vídeo também é a mesma, com resolução de 720x480 pixels, mas no Droid 2 o número de quadros aumentou de 24 para 30 fps.

Porém, uma das grandes novidades é a duração da bateria. Mesmo tendo quase dobrado a capacidade do processador no novo Droid 2, ele ainda consegue ter um tempo de conversação de 9,6 horas ininterruptas. O Droid original só agüentava 6,4 horas. Mesmo com esse processador monstro, o novo Droid 2 consegue maior autonomia. Veja a tabela comparativa entre os dois modelos Droid:


Especificações Técnicas

Motorola Droid 2

Sistema Operacional: Android 2.2
Processador: TI OMAP 3620-1000, de 1GHz
Memória RAM: 512MB
Armazenamento on-board: 8GB
Armazenamento Externo: 8GB, expansível até 32GB
Tamanho Display: 3,7 polegadas
Resolução da Tela: 854x480 pixels (WVGA)
Teclado: Redesenhado, deslizante sem pad direcional
Câmera: 5MP com foco automático
Flash: Dual-LED
Resolução de Video: 720x480, 30fps
Saída HDMI: Não possui
Tamanho: 2,4 x 4,6 x 0,5 polegadas
Peso: 6 onças
Bateria: 1400 mAh Li Ion
Tempo de Conversação: 9,6 horas
Tempo em Standby: 13,1 dias
Suporte para Adobe Flash: Sim
Hotspot Móvel: Sim


Motorola Droid Original

Sistema Operacional: Android 2.1 (com capacidade de upgrade para 2.2)
Processador: TI OMAP 3430, de 550MHz
Memória RAM: 256MB
Armazenamento on-board: 256MB
Armazenamento Externo: 16GB, expansível até 32GB
Tamanho Display: 3,7 polegadas
Resolução da Tela: 854x480 pixels (WVGA)
Teclado: Deslizante com pad direcional
Câmera: 5MP com foco automático
Flash: Dual-LED
Resolução de Video: 720x480, 24fps
Saída HDMI: Não possui
Tamanho: 2,4 x 4,6 x 0,5 polegadas
Peso: 6 onças
Bateria: 1400 mAh Li Ion
Tempo de Conversação: 6,4 horas
Tempo em Standby: 11,3 dias
Suporte para Adobe Flash: Não
Hotspot Móvel: Não

A diferença em autonomia, capacidade e performance é assustadora. A nova versão veio mesmo para aposentar o Droid original. O novo possante ainda vem com suporte ao Adobe Flash, onde no primeiro nem se sonhava com isso. A diferença entre versões do Android é praticamente nula. O Droid original vem com o Android 2.1, mas suporta upgrade de versão, para a 2.2. Já o Droid 2, virá de fábrica com a última versão do sistema operacional Android.

Artigo originalmente publicado em Under-Linux.org

Autor: Saryshagan
Fonte: Under-Linux.org, 10/08/2010

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Como fazer o salário sobrar (Bolsa de Mulher, 23/07/2010)



Se o seu salário termina sempre antes do mês, saiba que você não está sozinha: três em cada quatro famílias brasileiras acham difícil chegar ao fim do mês com as contas em dia. O dado é da última Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE.

O que não vale é ficar de braços cruzados diante do problema e esperar que, um dia, venha um aumento de salário. É preciso agir o quanto antes. "A ideia é sempre fazer um orçamento para ficar no azul, planejando suas despesas, priorizando as despesas de custeio de manutenção da casa e adiando despesas supérfluas", afirma Gilberto Braga, especialista em finanças e professor do Ibmec-RJ.

Segundo ele, independentemente do padrão financeiro, o gasto deve estar equilibrado com as reais necessidades. Entre as armadilhas financeiras que podem complicar a tarefa de equilibrar as contas estão o crédito fácil combinado com juros altos, as promoções e as liquidações no comércio e as muitas opções na hora de pagar, como cartões de crédito, de débito e cheques pré-datados, que nem sempre são usados no momento certo.

Para tentar ajudar nessa difícil tarefa, nós reunimos 20 dicas para o seu dinheiro render mais. São estratégias inteligentes que têm dado certo para mulheres exatamente como você. Experimente se essas pequenas mudanças de hábito também podem modificar a sua relação com o que você ganha.

VEJA AS 20 DICAS AQUI

Artigo originalmente publicado no site Bolsa de Mulher

Autor: Bruna Lima
Fonte: Bolsa de Mulher, 23/07/2010

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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Conheça o Positivo Alfa, 1º leitor de livros digitais projetado no Brasil (G1-Tecnologia e Games, 06/08/2010)


Aparelho bate Kindle na compatibilidade com livros das editoras brasileiras.
Leitor digital deve custar entre R$ 650 e R$ 750, segundo fabricante.



Pode um gadget desenvolvido no Brasil enfrentar um nome americano que já virou praticamente sinônimo de uma categoria de produtos? A Positivo aposta que sim, e leva às lojas e livrarias do país, a partir da próxima semana, o leitor digital Alfa. Ele chega para concorrer com o Kindle, da Amazon, líder – com folgas – no setor de equipamentos que usam a chamada “tinta eletrônica” para reproduzir em uma tela a sensação de ler em uma folha comum, impressa.

O G1 testou com exclusividade o aparelho. A boa notícia para o consumidor brasileiro: o produto “nacional” (as aspas se devem ao fato dele ser fabricado na China, como quase todos os eletrônicos hoje em dia) tem mais vantagens do que desvantagens em relação ao leitor vindo dos EUA. A má é o preço, que deve impedir, pelo menos em um primeiro momento, que os e-books mordam uma fatia considerável do mercado de livros no Brasil. Segundo a Positivo, o aparelho será vendido por um preço que deve ficar entre R$ 650 e R$ 750.

Cada loja pode determinar sua estratégia de venda, o que faz com que o valor possa sofrer alterações. Na Livraria Cultura, que disponibilizará o produto já a partir do dia 10, ele vai custar R$ 700.

Mas para quem já estava reservando quantia semelhante para importar um Kindle 3 (com impostos e frete, ele chega aqui por cerca de R$ 550), vale a pena considerar o Alfa como opção. Se você, como a maioria dos brasileiros, gosta de ler livros em nossa língua portuguesa, saiba que o Kindle não é compatível com a maioria dos títulos vendidos digitalmente pelas livrarias de nosso país.

O aparelho da Amazon não lê arquivos bloqueados com o chamado DRM (sigla em inglês para Digital Rights Management ) da Adobe, padrão escolhido por um consórcio das maiores editoras brasileiras para proteger livros digitais de cópias não-autorizadas. O Alfa já vem preparado de fábrica para suportar esse formato, que prevalece em lojas como a Livraria Cultura e a Saraiva, por exemplo.

O contrário também é verdade: não é possível, pelo menos por enquanto, usar o Alfa para ler livros vendidos no acervo da Amazon. Digo “por enquanto” porque a Amazon tem demonstrado interesse em ampliar a venda de seus livros digitais, permitindo, inclusive, que donos do iPad consigam, por meio de um aplicativo, acesso ao conteúdo vendido na loja. Por ora, nenhum outro leitor com “tinta eletrônica” é compatível com o formato de arquivos do Kindle.

Cabe aqui uma crítica a estes sistemas: se a Amazon utiliza esse bloqueio para fechar seus consumidores em um “ecossistema”, o uso de tecnologia de DRM para evitar cópias ilegais de livros digitais acaba prejudicando o consumidor que age na legalidade. O “pirata”, ao quebrar esta proteção, passa a poder transferir a obra para qualquer equipamento. Já quem decide pagar honestamente pelo livro digital fica preso às opções de leitores compatíveis com o DRM da Adobe.

Acabamento e toque

Deixando a questão do cardápio de livros disponíveis de lado e passando para a análise do equipamento em si, o Alfa consegue, sim, superar o Kindle. Para começar, ele conta com tecnologia touchscreen, que permite que boa parte de suas operações sejam feitas por meio de toques na tela. O teclado é virtual, diferentemente do Kindle, “engordado” por uma série de botões que ocupam a parte de baixo do aparelho. Para virar páginas, por exemplo, basta arrastar o dedo pelo display.

A primeira sensação que se tem ao pegar o Alfa nas mãos é seu peso, ou, melhor dizendo, sua leveza. São apenas 240 gramas, uma fração ínfima da versão em papel dos cerca de 1.500 livros que ele é capaz de armazenar em seus 2 GB de memória flash interna. Se sua biblioteca for ainda maior, há a possibilidade de salvar até mais 32 GB de informações em um cartão microSD, vendido separadamente.

Mais leve e menor que o Kindle, o Alfa acaba sendo mais confortável para ler. É possível segurar o produto com apenas uma mão, algo que nem todo mundo consegue fazer com o Kindle. O contraste da tela é semelhante ao do concorrente americano, com uma vantagem importante: há um botão que permite a “limpeza” da tela, deixando o texto mais nítido. Isso resolve um dos problemas inerentes à tecnologia de “tinta eletrônica” e que incomoda alguns usuários mais exigentes: eventualmente parte das cápsulas utilizadas para formar a imagem da página lida previamente permanece na tela quando o usuário passa para o trecho seguinte. Essa “sujeira” pode ser eliminada com facilidade no Alfa, função que o Kindle não tem.



O ambiente gráfico desenvolvido pelos programadores da Positivo também é melhor que o usado no Kindle. Embora ambos utilizem sistema operacional semelhante, baseado em Linux, a “cara” dos menus de navegação do produto brasileiro é mais agradável e intuitiva. Um botão principal no centro do aparelho dá acesso a boa parte das funções do leitor: marcação e troca de página, criação de notas e acesso ao dicionário.

Esta última é talvez a mais interessante: selecione o ícone em formato de livro e o sistema pede que você “toque a palavra que deseja procurar”. Com o dedo, você aponta o termo, que tem seu verbete correspondente no Dicionário Aurélio exibido quase que instantaneamente na parte de baixo da tela. No Kindle, por exemplo, o dicionário presente só entende termos em inglês, e é preciso usar um botão direcional para encontrar a palavra a ser explicada.

Sem conexão

Mesmo surgindo quase três anos após o surgimento do primeiro Kindle, o Alfa ainda tem algumas deficiências na comparação com o modelo da Amazon. Quem está acostumado a comprar livros do e-reader da loja americana, por exemplo, vai se surpreender – negativamente – com o fato de que, para usar o Alfa, é preciso comprar uma publicação pelo computador, para só depois, via conexão USB, transferi-la para o aparelho. No Kindle, via rede de telefonia celular (ou Wi-Fi, no novo modelo), você compra sem precisar chegar perto de um PC.

A organização da biblioteca também é melhor no Kindle. O firmware, que vem amadurecendo desde o lançamento do aparelho em novembro de 2007, permite que se coloque os livros em pastas, o que facilita a vida de quem abusa da capacidade de armazenamento do e-reader. O sistema de buscas é outro ponto que precisa evoluir no Alfa. O Kindle realiza a operação com mais velocidade.

O Kindle leva ainda vantagem em termos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual. O aparelho é capaz de transformar alguns textos em voz, que pode ser ouvida nos pequenos alto-falantes embutidos na parte de baixo do Kindle ou via fone de ouvido. O Alfa até tem um botão de áudio e uma entrada para fone, mas as funções foram desabilitadas na tentativa de conseguir que o aparelho ficasse claramente caracterizado como um leitor exclusivo de livros e conseguisse isenção tributária. O corte de impostos não veio, o que, no fim, acaba contribuindo para seu principal defeito, que é o preço elevado.



Artigo originalmente publicado em G1 - Tecnologia e Games.

Autor: Leopoldo Godoy
Fonte: G1-Tecnologia e Games, 06/08/2010.

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