quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Motorola Droid 2 versus Droid Original (Under-Linux.org, 10/08/2010)


A Verizon apresentou oficialmente neste terça-feira o seu Motorola Droid 2. Ele é o sucessor direto do Motorola Droid original, que estreou em novembro do ano passado (2009). A pré-venda do aparelho começa amanhã, dia 11 de agosto, e as vendas oficiais do produto tem início no dia 12 de agosto (quinta-feira). E muita coisa mudou desde a primeira versão do Droid. Ele entra no mercado praticamente ao mesmo tempo que o Streak da Dell e a briga pode ser desvantajosa para a fabricante de computadores, já que seu MID virá embarcado com a versão 1.6 do sistema operacional Android. Muito desatualizada se levarmos em conta que o Android já está na versão 2.2 (presente no Motorola Droid 2).

E ele vem muito mais parrudo que a primeira versão. Muito parrudo! Para se ter uma idéia, o novo Droid 2 vem com quase o dobro de clock no processador, passando de 550MHz para 1GHz. Outro destaque é a memória RAM. No Droid original ela é de 256MB, já no Droid 2 ela passou a ser de 512MB. Simplesmente dobrou. Já o armazenamento interno era muito "pobre" no Droid original, com apenas 256MB ( o mesmo que sua memória RAM). Já no Droid 2, ele vem com generosos 8GB de armazenamento interno.

O Droid 2 só perde mesmo é na capacidade de armazenamento externo. O Droid original vinha de fábrica com capacidade para 16GB enquanto o Droid 2 vem somente com 8GB. Mas ambos só podem alcançar 32GB. Então quem já tem 32GB no Droid original e pretende adquirir o Droid 2, só precisará trocar o cartão de um aparelho para outro.



A tela continua a mesma para ambos, com suas 3,7 polegadas de diagonal. A resolução também não mudou, com 854x480 pixels (WVGA). Já o teclado, no Droid 2 ele foi totalmente redesenhado, mas continua sendo deslizante. A única alteração mais drástica é que ele não tem mais o pad direcional.

Quanto a câmera, ela continua com a capacidade de 5MP, possuindo o mesmo foco automático e o uso de dual-LED como flash embutido. A gravação de vídeo também é a mesma, com resolução de 720x480 pixels, mas no Droid 2 o número de quadros aumentou de 24 para 30 fps.

Porém, uma das grandes novidades é a duração da bateria. Mesmo tendo quase dobrado a capacidade do processador no novo Droid 2, ele ainda consegue ter um tempo de conversação de 9,6 horas ininterruptas. O Droid original só agüentava 6,4 horas. Mesmo com esse processador monstro, o novo Droid 2 consegue maior autonomia. Veja a tabela comparativa entre os dois modelos Droid:


Especificações Técnicas

Motorola Droid 2

Sistema Operacional: Android 2.2
Processador: TI OMAP 3620-1000, de 1GHz
Memória RAM: 512MB
Armazenamento on-board: 8GB
Armazenamento Externo: 8GB, expansível até 32GB
Tamanho Display: 3,7 polegadas
Resolução da Tela: 854x480 pixels (WVGA)
Teclado: Redesenhado, deslizante sem pad direcional
Câmera: 5MP com foco automático
Flash: Dual-LED
Resolução de Video: 720x480, 30fps
Saída HDMI: Não possui
Tamanho: 2,4 x 4,6 x 0,5 polegadas
Peso: 6 onças
Bateria: 1400 mAh Li Ion
Tempo de Conversação: 9,6 horas
Tempo em Standby: 13,1 dias
Suporte para Adobe Flash: Sim
Hotspot Móvel: Sim


Motorola Droid Original

Sistema Operacional: Android 2.1 (com capacidade de upgrade para 2.2)
Processador: TI OMAP 3430, de 550MHz
Memória RAM: 256MB
Armazenamento on-board: 256MB
Armazenamento Externo: 16GB, expansível até 32GB
Tamanho Display: 3,7 polegadas
Resolução da Tela: 854x480 pixels (WVGA)
Teclado: Deslizante com pad direcional
Câmera: 5MP com foco automático
Flash: Dual-LED
Resolução de Video: 720x480, 24fps
Saída HDMI: Não possui
Tamanho: 2,4 x 4,6 x 0,5 polegadas
Peso: 6 onças
Bateria: 1400 mAh Li Ion
Tempo de Conversação: 6,4 horas
Tempo em Standby: 11,3 dias
Suporte para Adobe Flash: Não
Hotspot Móvel: Não

A diferença em autonomia, capacidade e performance é assustadora. A nova versão veio mesmo para aposentar o Droid original. O novo possante ainda vem com suporte ao Adobe Flash, onde no primeiro nem se sonhava com isso. A diferença entre versões do Android é praticamente nula. O Droid original vem com o Android 2.1, mas suporta upgrade de versão, para a 2.2. Já o Droid 2, virá de fábrica com a última versão do sistema operacional Android.

Artigo originalmente publicado em Under-Linux.org

Autor: Saryshagan
Fonte: Under-Linux.org, 10/08/2010

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Como fazer o salário sobrar (Bolsa de Mulher, 23/07/2010)



Se o seu salário termina sempre antes do mês, saiba que você não está sozinha: três em cada quatro famílias brasileiras acham difícil chegar ao fim do mês com as contas em dia. O dado é da última Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE.

O que não vale é ficar de braços cruzados diante do problema e esperar que, um dia, venha um aumento de salário. É preciso agir o quanto antes. "A ideia é sempre fazer um orçamento para ficar no azul, planejando suas despesas, priorizando as despesas de custeio de manutenção da casa e adiando despesas supérfluas", afirma Gilberto Braga, especialista em finanças e professor do Ibmec-RJ.

Segundo ele, independentemente do padrão financeiro, o gasto deve estar equilibrado com as reais necessidades. Entre as armadilhas financeiras que podem complicar a tarefa de equilibrar as contas estão o crédito fácil combinado com juros altos, as promoções e as liquidações no comércio e as muitas opções na hora de pagar, como cartões de crédito, de débito e cheques pré-datados, que nem sempre são usados no momento certo.

Para tentar ajudar nessa difícil tarefa, nós reunimos 20 dicas para o seu dinheiro render mais. São estratégias inteligentes que têm dado certo para mulheres exatamente como você. Experimente se essas pequenas mudanças de hábito também podem modificar a sua relação com o que você ganha.

VEJA AS 20 DICAS AQUI

Artigo originalmente publicado no site Bolsa de Mulher

Autor: Bruna Lima
Fonte: Bolsa de Mulher, 23/07/2010

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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Conheça o Positivo Alfa, 1º leitor de livros digitais projetado no Brasil (G1-Tecnologia e Games, 06/08/2010)


Aparelho bate Kindle na compatibilidade com livros das editoras brasileiras.
Leitor digital deve custar entre R$ 650 e R$ 750, segundo fabricante.



Pode um gadget desenvolvido no Brasil enfrentar um nome americano que já virou praticamente sinônimo de uma categoria de produtos? A Positivo aposta que sim, e leva às lojas e livrarias do país, a partir da próxima semana, o leitor digital Alfa. Ele chega para concorrer com o Kindle, da Amazon, líder – com folgas – no setor de equipamentos que usam a chamada “tinta eletrônica” para reproduzir em uma tela a sensação de ler em uma folha comum, impressa.

O G1 testou com exclusividade o aparelho. A boa notícia para o consumidor brasileiro: o produto “nacional” (as aspas se devem ao fato dele ser fabricado na China, como quase todos os eletrônicos hoje em dia) tem mais vantagens do que desvantagens em relação ao leitor vindo dos EUA. A má é o preço, que deve impedir, pelo menos em um primeiro momento, que os e-books mordam uma fatia considerável do mercado de livros no Brasil. Segundo a Positivo, o aparelho será vendido por um preço que deve ficar entre R$ 650 e R$ 750.

Cada loja pode determinar sua estratégia de venda, o que faz com que o valor possa sofrer alterações. Na Livraria Cultura, que disponibilizará o produto já a partir do dia 10, ele vai custar R$ 700.

Mas para quem já estava reservando quantia semelhante para importar um Kindle 3 (com impostos e frete, ele chega aqui por cerca de R$ 550), vale a pena considerar o Alfa como opção. Se você, como a maioria dos brasileiros, gosta de ler livros em nossa língua portuguesa, saiba que o Kindle não é compatível com a maioria dos títulos vendidos digitalmente pelas livrarias de nosso país.

O aparelho da Amazon não lê arquivos bloqueados com o chamado DRM (sigla em inglês para Digital Rights Management ) da Adobe, padrão escolhido por um consórcio das maiores editoras brasileiras para proteger livros digitais de cópias não-autorizadas. O Alfa já vem preparado de fábrica para suportar esse formato, que prevalece em lojas como a Livraria Cultura e a Saraiva, por exemplo.

O contrário também é verdade: não é possível, pelo menos por enquanto, usar o Alfa para ler livros vendidos no acervo da Amazon. Digo “por enquanto” porque a Amazon tem demonstrado interesse em ampliar a venda de seus livros digitais, permitindo, inclusive, que donos do iPad consigam, por meio de um aplicativo, acesso ao conteúdo vendido na loja. Por ora, nenhum outro leitor com “tinta eletrônica” é compatível com o formato de arquivos do Kindle.

Cabe aqui uma crítica a estes sistemas: se a Amazon utiliza esse bloqueio para fechar seus consumidores em um “ecossistema”, o uso de tecnologia de DRM para evitar cópias ilegais de livros digitais acaba prejudicando o consumidor que age na legalidade. O “pirata”, ao quebrar esta proteção, passa a poder transferir a obra para qualquer equipamento. Já quem decide pagar honestamente pelo livro digital fica preso às opções de leitores compatíveis com o DRM da Adobe.

Acabamento e toque

Deixando a questão do cardápio de livros disponíveis de lado e passando para a análise do equipamento em si, o Alfa consegue, sim, superar o Kindle. Para começar, ele conta com tecnologia touchscreen, que permite que boa parte de suas operações sejam feitas por meio de toques na tela. O teclado é virtual, diferentemente do Kindle, “engordado” por uma série de botões que ocupam a parte de baixo do aparelho. Para virar páginas, por exemplo, basta arrastar o dedo pelo display.

A primeira sensação que se tem ao pegar o Alfa nas mãos é seu peso, ou, melhor dizendo, sua leveza. São apenas 240 gramas, uma fração ínfima da versão em papel dos cerca de 1.500 livros que ele é capaz de armazenar em seus 2 GB de memória flash interna. Se sua biblioteca for ainda maior, há a possibilidade de salvar até mais 32 GB de informações em um cartão microSD, vendido separadamente.

Mais leve e menor que o Kindle, o Alfa acaba sendo mais confortável para ler. É possível segurar o produto com apenas uma mão, algo que nem todo mundo consegue fazer com o Kindle. O contraste da tela é semelhante ao do concorrente americano, com uma vantagem importante: há um botão que permite a “limpeza” da tela, deixando o texto mais nítido. Isso resolve um dos problemas inerentes à tecnologia de “tinta eletrônica” e que incomoda alguns usuários mais exigentes: eventualmente parte das cápsulas utilizadas para formar a imagem da página lida previamente permanece na tela quando o usuário passa para o trecho seguinte. Essa “sujeira” pode ser eliminada com facilidade no Alfa, função que o Kindle não tem.



O ambiente gráfico desenvolvido pelos programadores da Positivo também é melhor que o usado no Kindle. Embora ambos utilizem sistema operacional semelhante, baseado em Linux, a “cara” dos menus de navegação do produto brasileiro é mais agradável e intuitiva. Um botão principal no centro do aparelho dá acesso a boa parte das funções do leitor: marcação e troca de página, criação de notas e acesso ao dicionário.

Esta última é talvez a mais interessante: selecione o ícone em formato de livro e o sistema pede que você “toque a palavra que deseja procurar”. Com o dedo, você aponta o termo, que tem seu verbete correspondente no Dicionário Aurélio exibido quase que instantaneamente na parte de baixo da tela. No Kindle, por exemplo, o dicionário presente só entende termos em inglês, e é preciso usar um botão direcional para encontrar a palavra a ser explicada.

Sem conexão

Mesmo surgindo quase três anos após o surgimento do primeiro Kindle, o Alfa ainda tem algumas deficiências na comparação com o modelo da Amazon. Quem está acostumado a comprar livros do e-reader da loja americana, por exemplo, vai se surpreender – negativamente – com o fato de que, para usar o Alfa, é preciso comprar uma publicação pelo computador, para só depois, via conexão USB, transferi-la para o aparelho. No Kindle, via rede de telefonia celular (ou Wi-Fi, no novo modelo), você compra sem precisar chegar perto de um PC.

A organização da biblioteca também é melhor no Kindle. O firmware, que vem amadurecendo desde o lançamento do aparelho em novembro de 2007, permite que se coloque os livros em pastas, o que facilita a vida de quem abusa da capacidade de armazenamento do e-reader. O sistema de buscas é outro ponto que precisa evoluir no Alfa. O Kindle realiza a operação com mais velocidade.

O Kindle leva ainda vantagem em termos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual. O aparelho é capaz de transformar alguns textos em voz, que pode ser ouvida nos pequenos alto-falantes embutidos na parte de baixo do Kindle ou via fone de ouvido. O Alfa até tem um botão de áudio e uma entrada para fone, mas as funções foram desabilitadas na tentativa de conseguir que o aparelho ficasse claramente caracterizado como um leitor exclusivo de livros e conseguisse isenção tributária. O corte de impostos não veio, o que, no fim, acaba contribuindo para seu principal defeito, que é o preço elevado.



Artigo originalmente publicado em G1 - Tecnologia e Games.

Autor: Leopoldo Godoy
Fonte: G1-Tecnologia e Games, 06/08/2010.

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Horizon: um computador com o tamanho que você quiser (Baixaki, 09/07/2010)


Design conceito utiliza tecnologias ainda em desenvolvimento para apresentar um novo tipo de desktop com monitor de tamanho variável.

O designer japonês Mac Funamizu já apareceu outras vezes no Baixaki, principalmente em galerias de conceitos tecnológicos. Criador de uma enorme quantidade de conceitos elegantes e de altíssima tecnologia, Mac_Fun – como se chama no ambiente online – traz para o ambiente digital muito do que ele acredita ser a melhor alternativa para gadgets atuais.

O Horizon (horizonte, em inglês ) é a visão de Funamizu para um novo desktop. Praticamente sem cabos, o computador teria como principal diferencial o monitor de tamanho variável. Sim, segundo o designer japonês, a mesma tela de um monitor de 13 polegadas pode facilmente se tornar um “cinema display” de 30 ou 40”!

OLED flexível

Essa é a inspiração principal para o Horizon, segundo seu criador. Ao perceber telas flexíveis como as desenvolvidas pelo Universal Display Corporation, surgiu o conceito de criar um monitor que se adapte à necessidade momentânea.



Afinal, não é sempre que alguém precisa de 30 polegadas ou mais para desempenhar uma tarefa no computador. Naturalmente, quem trabalha com imagens ou múltiplas fontes de entrada de conteúdo, assim como gamers, costuma se beneficiar muito de telas enormes, mas ainda assim, existem momentos em que um espaço mais limitado pode ser vantajoso.

No Horizon, o monitor é composto por duas bases laterais. Em uma dessas hastes, a tela é enrolada em um eixo e, de acordo com a necessidade, pode ser desenrolada ou recolhida apenas afastando ou aproximando as partes do monitor uma da outra.
Wireless


As conexões sem fio já são parte da realidade em termos de mobilidade e comunicação, mas ainda não são exploradas como fonte de suprimento de energia para gadgets. Apesar de a Palm ter lançado o Palm Pre com um carregador por indução, ainda são poucas as empresas que estão aderindo a essa forma de manter a alimentação de equipamentos.

Como é um conceito, é perfeitamente possível que o Horizon utilize indução para manter seu funcionamento, e essa hipótese é reforçada por um dos detalhes do modelo: as portas USB são apoiadas na mesa onde está o PC, e funcionam por transmissão sem fio.

Interação com o usuário

Um computador é tão útil ou bom quanto o seu usuário o faz. Assim, as maneiras pelas quais essa interação acontece podem ajudar ou complicar a eficácia do equipamento.

No caso do Horizon, o designer considerou que – além do teclado – boa parte da entrada de informação aconteceria pelo mouse. Por esse motivo, além de apresentar funções semelhantes às do Magic Mouse da Apple, o apontador do projeto conceitual é um tanto quanto diferente do que se vê no mercado atual.



A grande diferença é o formato quadrado (com bordas arredondadas para evitar acidentes) do acessório. Por ser uma superfície multitouch, com programação de eventos e gestos da mesma forma que o mouse da Apple, os toques em botões e outros comandos no apontador podem ser interpretados em qualquer direção.

Alertas e notificações

A entrada de informação no computador é essencial, porém o retorno de eventos para o usuário também é parte da experiência de utilização.

Todos os principais sistemas operacionais – Windows, Mac OS X e Linux – contam com alguma maneira de alerta e notificação ao usuário. Normalmente, esses dispositivos são apresentados como pequenas janelas em algum dos cantos da tela.



No Horizon, como o tamanho do monitor é variável, Funamizu preferiu utilizar uma outra forma de avisar ao usuário que algo aconteceu. Para isso, na base fixa do monitor existe um pequeno projetor que apresentaria as notificações na mesa em que o computador está. Dessa forma, as notificações não cobrem nada na tela, tornando-as menos invasivas.

Realidade?


Ainda não. Além de ser apenas um conceito, existem dificuldades tecnológicas para a produção do Horizon. O primeiro e principal problema a ser enfrentado é justamente o grande atrativo do computador: o monitor.

Além de as telas OLED flexíveis ainda serem caras e limitadas, o controle da superfície necessário para perceber quanto de tela deve ser ativado a cada momento – já que o enrolar e desenrolar dela é decisão do usuário – ainda está bem longe de ser obtido. Ainda assim, não é impossível que, em alguns anos, algo seguindo essa ideia esteja à venda. É questão de esperar e ver se acontece de fato.

Artigo originalmente publicado no site Baixaki.

Autor: Luciano de Sampaio Soares.
Fonte: Baixaki, 09/07/2010

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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Um notebook sem tela e com design diferente de tudo o que você já viu (Baixaki, 21/06/2010)


Se colocarem este modelo na sua frente, nunca você vai dizer que se trata de um computador.

O designer coreano Won-Seok Lee apresentou um conceito diferente de notebook. O modelo dele simplesmente não tem tela.

Extremamente futurista e arrojado, o segredo do B-Membrane, como foi batizado, é um projetor polarizado capaz de direcionar o display em qualquer superfície.

E quando o computador não está em uso, o projetor ainda funciona com vários efeitos de luzes diferentes.

O formato é extremamente curioso. Alguns afirmam que é inspirado no sistema de som de três caixas da JBL, outros dizem que mais parece o Soundsticks, da Kardon. Outros simplesmente consideram que o protótipo é inspirado em naves espaciais. De onde veio a inspiração, ainda não se sabe ao certo. Dê uma olhada nas imagens e tire suas conclusões.



O teclado é tão surpreendente quanto o projetor. Ele fica na base e só é exibido quando se precisa dele, como uma membrana que aparece e desaparece – daí o nome. O notebook ainda tem leitor ótico embutido.



É difícil encontrar detalhes sobre o B-Membrane pela web. Fato é que não há nenhum tipo de previsão, nem mesmo é possível saber se a fabricação do modelo é viável.

Artigo originalmente publicado no Baixaki.

Autor: Danilo Amoroso
Fonte: Baixaki, 21/06/2010

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